Marcelo responde a Governo: “Chocado ficou o país com a tragédia vivida”

27-10-2017
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O Presidente da República respondeu à notícia desta quinta-feira do “Público”, que dá conta do choque de membros do Governo com o duro discurso de Marcelo na semana passada, em Oliveira do Hospital.

“Entendo que há duas maneiras de ver a realidade”, disse o Presidente aos jornalistas, no fim de um exercício militar das Forças Armadas na Base das Lajes, ilha Terceira. “Uma é o diz-que-disse especulativo de quem ficou mais chocado com quem. Se A com B, se B com A. Outra é dizer que chocado ficou o país com a tragédia vivida. O país que esperou uma palavra dirigida às vítimas, o país que espera com urgência a reconstrução (…) Eu entendo que a forma correta é a segunda”.

Assim, sem rebuços, Marcelo Rebelo de Sousa respondia à manchete desta manhã do “Público”, que dá conta de que há membros do Governo chocados com o discurso do Presidente na semana passada, em Oliveira do Hospital, que basicamente ditou a demissão de Constança Urbano de Sousa.

“Quem entende que a forma de ver a realidade é a partir do diz-que-disse especulativo não entendeu nada do que se passou e continua sem entender”, prosseguiu. E encerrou as respostas às perguntas que lhe continuavam a ser feitas sobre o tema: “Os portugueses esperam que o Presidente coloque o essencial acima do que tem importância. O importante são as vítimas, as vidas perdidas, as pessoas que esperam um recomeço. Tudo o resto é totalmente irrelevante”.

O Presidente da República respondeu à notícia desta quinta-feira do “Público”, que dá conta do choque de membros do Governo com o duro discurso de Marcelo na semana passada, em Oliveira do Hospital.

“Entendo que há duas maneiras de ver a realidade”, disse o Presidente aos jornalistas, no fim de um exercício militar das Forças Armadas na Base das Lajes, ilha Terceira. “Uma é o diz-que-disse especulativo de quem ficou mais chocado com quem. Se A com B, se B com A. Outra é dizer que chocado ficou o país com a tragédia vivida. O país que esperou uma palavra dirigida às vítimas, o país que espera com urgência a reconstrução (…) Eu entendo que a forma correta é a segunda”.

Assim, sem rebuços, Marcelo Rebelo de Sousa respondia à manchete desta manhã do “Público”, que dá conta de que há membros do Governo chocados com o discurso do Presidente na semana passada, em Oliveira do Hospital, que basicamente ditou a demissão de Constança Urbano de Sousa.

“Quem entende que a forma de ver a realidade é a partir do diz-que-disse especulativo não entendeu nada do que se passou e continua sem entender”, prosseguiu. E encerrou as respostas às perguntas que lhe continuavam a ser feitas sobre o tema: “Os portugueses esperam que o Presidente coloque o essencial acima do que tem importância. O importante são as vítimas, as vidas perdidas, as pessoas que esperam um recomeço. Tudo o resto é totalmente irrelevante”.

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