Veja também:
O deputado do PSD, Carlos Abreu Amorim, pede desculpa por ter aprovado, no Parlamento, a candidatura de Lisboa à Agência Europeia do Medicamento (EMA).
A tomada de posição do deputado portuense foi divulgada esta sexta-feira através de uma mensagem publicada na rede social Facebook.
“Há mais de um mês, na Assembleia da República, o PS apresentou um 'Voto de Saudação' intitulado 'De Apoio à Candidatura de Portugal à sede da Agência Europeia de Medicamentos'. Foi aprovado por unanimidade. Não é segredo para ninguém que neste tipo de Votos se dá muito mais atenção à tomada de posição política do que às eventuais interpretações verbais - ao contrário do que sucede com os textos normativos onde cada palavra é pesada e avaliada cuidadosa e sistematicamente em Comissões e Grupos de Trabalho”, começa por referir.
“Ainda assim, e por mim falo, deveria ter lido o voto de saudação com maior atenção e percebido que o PS estava a entronizar Lisboa como sede da EMA à boleia da candidatura de Portugal”, lamenta Carlos Abreu Amorim.
O deputado do PSD pede desculpa aos seus eleitores e a todos os portugueses que são contra o centralismo.
"Por não ter tido esse dever de cuidado peço desculpa aos meus eleitores e a todos aqueles que também consideram o centralismo como a pior doença crónica do nosso país", sublinha.
A Agência Europeia do Medicamento encontra-se, actualmente, instalada em Londres, mas vai ser deslocalizada devido à saída do Reino Unido da União Europeia.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu na quinta-feira que os partidos "estabilizem a opinião" sobre a localidade portuguesa a candidatar à EMA, escolham "a que tem melhores hipóteses de ganhar" e "remem na mesma direcção".
Numa carta dirigida ao presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, o primeiro-ministro explica ter decidido candidatar Lisboa devido à "conveniência da proximidade do Infarmed" e por "ser factor de preferência a existência de Escola Europeia, que só Lisboa poderá vir a ter".
Fonte oficial do Governo afirmou na quinta-feira à Lusa que o primeiro-ministro defendeu, até ao "último momento possível", a candidatura do Porto para sede da EMA, mas a comissão de avaliação nomeada pelo Governo concluiu que Lisboa oferecia maiores garantias de êxito na corrida.
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O deputado do PSD, Carlos Abreu Amorim, pede desculpa por ter aprovado, no Parlamento, a candidatura de Lisboa à Agência Europeia do Medicamento (EMA).
A tomada de posição do deputado portuense foi divulgada esta sexta-feira através de uma mensagem publicada na rede social Facebook.
“Há mais de um mês, na Assembleia da República, o PS apresentou um 'Voto de Saudação' intitulado 'De Apoio à Candidatura de Portugal à sede da Agência Europeia de Medicamentos'. Foi aprovado por unanimidade. Não é segredo para ninguém que neste tipo de Votos se dá muito mais atenção à tomada de posição política do que às eventuais interpretações verbais - ao contrário do que sucede com os textos normativos onde cada palavra é pesada e avaliada cuidadosa e sistematicamente em Comissões e Grupos de Trabalho”, começa por referir.
“Ainda assim, e por mim falo, deveria ter lido o voto de saudação com maior atenção e percebido que o PS estava a entronizar Lisboa como sede da EMA à boleia da candidatura de Portugal”, lamenta Carlos Abreu Amorim.
O deputado do PSD pede desculpa aos seus eleitores e a todos os portugueses que são contra o centralismo.
"Por não ter tido esse dever de cuidado peço desculpa aos meus eleitores e a todos aqueles que também consideram o centralismo como a pior doença crónica do nosso país", sublinha.
A Agência Europeia do Medicamento encontra-se, actualmente, instalada em Londres, mas vai ser deslocalizada devido à saída do Reino Unido da União Europeia.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu na quinta-feira que os partidos "estabilizem a opinião" sobre a localidade portuguesa a candidatar à EMA, escolham "a que tem melhores hipóteses de ganhar" e "remem na mesma direcção".
Numa carta dirigida ao presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, o primeiro-ministro explica ter decidido candidatar Lisboa devido à "conveniência da proximidade do Infarmed" e por "ser factor de preferência a existência de Escola Europeia, que só Lisboa poderá vir a ter".
Fonte oficial do Governo afirmou na quinta-feira à Lusa que o primeiro-ministro defendeu, até ao "último momento possível", a candidatura do Porto para sede da EMA, mas a comissão de avaliação nomeada pelo Governo concluiu que Lisboa oferecia maiores garantias de êxito na corrida.