JS Ribatejo: JS contra adiamento da tributação de mais-valias bolsistas

02-09-2019
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Vários deputados do PS, entre os quais, o Secretário-Geral da JS, Duarte Cordeiro, não percebem como se pode adiar uma medida que acaba com uma isenção injusta e lembram que se está a falar em «receitas adicionais para o Estado». [Ver o resto da notícia]Oito deputados socialistas entregaram, esta terça-feira, uma declaração de voto contestando os argumentos usados pelo Governo para adiar a tributação das mais-valias bolsistas, ao não a incluir no Orçamento de Estado para 2010.O líder da Juventude Socialista, um dos quatro vice-presidentes da bancada socialista, que assinou este documento, não percebe como se pode adiar uma medida que acaba com uma isenção injusta.«São receitas adicionais para o Estado. Os efeitos negativos do anúncio dessa tributação vão sentir-se já. Não vemos razão aparente para a sua não introdução», explicou Duarte Cordeiro.À TSF, o líder da JS lembrou que estas «são receitas importantes para o Estado num ano em que se inicia o PEC e são necessárias políticas que de alguma maneira reforcem as receitas fiscais para não se ter uma atitude tão restritiva no que diz respeito às políticas sociais».Para além de Duarte Cordeiro, assinaram esta declaração os vice-presidentes Maria de Belém, Sérgio Sousa Pinto e Ana Catarina Mendes e os deputados Osvaldo Castro, Vera Jardim, Miguel Laranjeiro e António Galamba.in Juventude Socialista


Vários deputados do PS, entre os quais, o Secretário-Geral da JS, Duarte Cordeiro, não percebem como se pode adiar uma medida que acaba com uma isenção injusta e lembram que se está a falar em «receitas adicionais para o Estado». [Ver o resto da notícia]Oito deputados socialistas entregaram, esta terça-feira, uma declaração de voto contestando os argumentos usados pelo Governo para adiar a tributação das mais-valias bolsistas, ao não a incluir no Orçamento de Estado para 2010.O líder da Juventude Socialista, um dos quatro vice-presidentes da bancada socialista, que assinou este documento, não percebe como se pode adiar uma medida que acaba com uma isenção injusta.«São receitas adicionais para o Estado. Os efeitos negativos do anúncio dessa tributação vão sentir-se já. Não vemos razão aparente para a sua não introdução», explicou Duarte Cordeiro.À TSF, o líder da JS lembrou que estas «são receitas importantes para o Estado num ano em que se inicia o PEC e são necessárias políticas que de alguma maneira reforcem as receitas fiscais para não se ter uma atitude tão restritiva no que diz respeito às políticas sociais».Para além de Duarte Cordeiro, assinaram esta declaração os vice-presidentes Maria de Belém, Sérgio Sousa Pinto e Ana Catarina Mendes e os deputados Osvaldo Castro, Vera Jardim, Miguel Laranjeiro e António Galamba.in Juventude Socialista

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