11 de março de 2017 às 10:23Aposta nas energias renováveis no mar pode criar mais de mil empregosA aposta nas energias renováveis, através das eólicas no mar e das marés, podem atrair um investimento superior a 250 milhões de euros e criar mais de 1000 postos de trabalho, até 2022.
A estimativa, avançada pela ministra do Mar, surge a propósito do compromisso europeu de reduzir em 40% a emissão de gases de efeito de estufa até 2013, da obrigação de diminuir o consumo de eletricidade em 27% e aumentar a utilização de energias renováveis.
Em entrevista à agência Lusa, a ministra Ana Paula Vitorino refere que "a estimativa que os estudos dão são 1.500 postos de trabalho, mas vamos ser conservadores nessas estimativas e dizer que podemos ter várias centenas de novos postos de trabalho".
Serão concentradas empresas com o objetivo de "apoiar e desenvolver a investigação dirigida a tecnologias, nomeadamente de eólicas 'offshore' (no mar) flutuantes e da energia das marés" com incentivos públicos, explicou a ministra.
Ana Paula Vitorino afirma estar bastante optimista com a aposta nas energias oceânicas e diz que é necessário começar já: "com sentido de urgência é porque Portugal precisa de ocupar este espaço", porque "vai ganhar quem liderar estas matérias".
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11 de março de 2017 às 10:23Aposta nas energias renováveis no mar pode criar mais de mil empregosA aposta nas energias renováveis, através das eólicas no mar e das marés, podem atrair um investimento superior a 250 milhões de euros e criar mais de 1000 postos de trabalho, até 2022.
A estimativa, avançada pela ministra do Mar, surge a propósito do compromisso europeu de reduzir em 40% a emissão de gases de efeito de estufa até 2013, da obrigação de diminuir o consumo de eletricidade em 27% e aumentar a utilização de energias renováveis.
Em entrevista à agência Lusa, a ministra Ana Paula Vitorino refere que "a estimativa que os estudos dão são 1.500 postos de trabalho, mas vamos ser conservadores nessas estimativas e dizer que podemos ter várias centenas de novos postos de trabalho".
Serão concentradas empresas com o objetivo de "apoiar e desenvolver a investigação dirigida a tecnologias, nomeadamente de eólicas 'offshore' (no mar) flutuantes e da energia das marés" com incentivos públicos, explicou a ministra.
Ana Paula Vitorino afirma estar bastante optimista com a aposta nas energias oceânicas e diz que é necessário começar já: "com sentido de urgência é porque Portugal precisa de ocupar este espaço", porque "vai ganhar quem liderar estas matérias".