Comunicado sobre a Audição Pública do BE sobre as touradas

01-12-2015
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(2) a única coisa que o BE defende é que o Estado e o dinheiro público não devem financiar a exposição do sofrimento animal;

O BE promoveu recentemente uma audição pública sobre as touradas, na qual, além de ouvirmos as habituais grosserias e insultos proferidos pelos apoiantes das touradas, a deputada bloquista Catarina Martins, citada em diversos órgãos de comunicação, afirmou que:

(3) a RTP não deve exibir espectáculos tauromáquicos e

(4) o está em causa é o apoio público, dado que, com estas leis, ninguém fica proibido de fazer touradas, assistir a touradas ou mesmo transmiti-las em circuito fechado, onde bem lhe aprouver.

Ainda que reconheçamos e respeitemos a opção estratégica do BE, consideramos que o que está em causa não é (apenas) o financiamento público das touradas. O que está em causa é a incivilidade de um acto que inflige sofrimento e tortura a animais (touros e cavalos) num espectáculo degradante e doentio; o que está em causa é a exigência de uma sociedade progressista que deixe de olhar os animais como objectos insensíveis a serem usados e manipulados pelos humanos, da forma que lhes aprouver; o que está em causa é que não aceitamos que se considere o sofrimento animal como uma fonte de divertimento; o que está em causa não é somente quem paga e onde se exibe o espectáculo da tortura. O que está em causa é o bem-estar animal, e defender o fim dos subsídios públicos às touradas e a sua exibição em canais públicos de televisão terá de ser apenas o princípio de um caminho que culmine impreterivelmente na abolição deste tipo de espectáculos.

Neste (como em outros) domínios, o PAN está ciente do que é forçoso fazer: pôr fim ao sofrimento desnecessariamente infligido pelos humanos aos animais não humanos. Conseguir o fim dos financiamentos públicos às touradas e a proibição da sua transmissão na RTP são, sem dúvida, conquistas importantes; contudo, o que, inequivocamente, defendemos é a abolição total das touradas em Portugal (e no mundo).

(2) a única coisa que o BE defende é que o Estado e o dinheiro público não devem financiar a exposição do sofrimento animal;

O BE promoveu recentemente uma audição pública sobre as touradas, na qual, além de ouvirmos as habituais grosserias e insultos proferidos pelos apoiantes das touradas, a deputada bloquista Catarina Martins, citada em diversos órgãos de comunicação, afirmou que:

(3) a RTP não deve exibir espectáculos tauromáquicos e

(4) o está em causa é o apoio público, dado que, com estas leis, ninguém fica proibido de fazer touradas, assistir a touradas ou mesmo transmiti-las em circuito fechado, onde bem lhe aprouver.

Ainda que reconheçamos e respeitemos a opção estratégica do BE, consideramos que o que está em causa não é (apenas) o financiamento público das touradas. O que está em causa é a incivilidade de um acto que inflige sofrimento e tortura a animais (touros e cavalos) num espectáculo degradante e doentio; o que está em causa é a exigência de uma sociedade progressista que deixe de olhar os animais como objectos insensíveis a serem usados e manipulados pelos humanos, da forma que lhes aprouver; o que está em causa é que não aceitamos que se considere o sofrimento animal como uma fonte de divertimento; o que está em causa não é somente quem paga e onde se exibe o espectáculo da tortura. O que está em causa é o bem-estar animal, e defender o fim dos subsídios públicos às touradas e a sua exibição em canais públicos de televisão terá de ser apenas o princípio de um caminho que culmine impreterivelmente na abolição deste tipo de espectáculos.

Neste (como em outros) domínios, o PAN está ciente do que é forçoso fazer: pôr fim ao sofrimento desnecessariamente infligido pelos humanos aos animais não humanos. Conseguir o fim dos financiamentos públicos às touradas e a proibição da sua transmissão na RTP são, sem dúvida, conquistas importantes; contudo, o que, inequivocamente, defendemos é a abolição total das touradas em Portugal (e no mundo).

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