Costa “confiante na solidariedade” do PS, BE, PCP e PEV

02-12-2015
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António Costa arrancou o seu primeiro debate no Parlamento como primeiro-ministro “confiante na solidariedade” do “apoio maioritário” dos partidos da esquerda, que lhe garantiram a indigitação. E deixou novamente um recado a Cavaco: é através do Parlamento que recebeu “legitimidade democrática para governar”.

Embora tenha garantido que, “ao derrubar este muro velho de 40 anos, não abrimos uma trincheira de confrontação que exclua do diálogo democrático as restantes bancadas parlamentares”, foi com um retrato negro do país que Passos e Portas lhe deixam que iniciou o discurso de apresentação do programa de Governo. “Um país empobrecido”, com actividade económica e um emprego que “recuou”, “investimento a abrandar” e “emprego sem conseguir a anunciada recuperação”.

O primeiro discurso de António Costa como primeiro-ministro foi feito em tom nervoso, mas com uma clara mensagem de moderação tanto à direita como à esquerda. Ao PSD lançou o pedido de apoio para um programa de investimentos em infra-estruturas, a ser apresentado em 2018, e com um quadro para lá da legislatura no horizonte.

Prometeu “articulação” com a concertação social e anunciou que já na próxima semana reunirá com os parceiros sociais para discutir o aumento do salário mínimo nacional para 600 euros durante a Legislatura.

Prometeu também que participará na construção europeia e que será um “parceiro responsável” das suas instituições. Mas alertou que “não servirá os cidadãos portugueses contra ou apesar da Europa, mas com a Europa”.

Durante um discurso de oito páginas, António Costa fez um resumo daquelas que são as promessas para esta XIII Legislatura: baixa do Iva da restauração para 13%, Simplex, complemento solidário para idosos, etc.

Os aplausos de pé vieram apenas do PS, mas toda a restante esquerda aplaudiu também no final o primeiro-ministro cujo Governo suportam com o seu apoio parlamentar.

António Costa arrancou o seu primeiro debate no Parlamento como primeiro-ministro “confiante na solidariedade” do “apoio maioritário” dos partidos da esquerda, que lhe garantiram a indigitação. E deixou novamente um recado a Cavaco: é através do Parlamento que recebeu “legitimidade democrática para governar”.

Embora tenha garantido que, “ao derrubar este muro velho de 40 anos, não abrimos uma trincheira de confrontação que exclua do diálogo democrático as restantes bancadas parlamentares”, foi com um retrato negro do país que Passos e Portas lhe deixam que iniciou o discurso de apresentação do programa de Governo. “Um país empobrecido”, com actividade económica e um emprego que “recuou”, “investimento a abrandar” e “emprego sem conseguir a anunciada recuperação”.

O primeiro discurso de António Costa como primeiro-ministro foi feito em tom nervoso, mas com uma clara mensagem de moderação tanto à direita como à esquerda. Ao PSD lançou o pedido de apoio para um programa de investimentos em infra-estruturas, a ser apresentado em 2018, e com um quadro para lá da legislatura no horizonte.

Prometeu “articulação” com a concertação social e anunciou que já na próxima semana reunirá com os parceiros sociais para discutir o aumento do salário mínimo nacional para 600 euros durante a Legislatura.

Prometeu também que participará na construção europeia e que será um “parceiro responsável” das suas instituições. Mas alertou que “não servirá os cidadãos portugueses contra ou apesar da Europa, mas com a Europa”.

Durante um discurso de oito páginas, António Costa fez um resumo daquelas que são as promessas para esta XIII Legislatura: baixa do Iva da restauração para 13%, Simplex, complemento solidário para idosos, etc.

Os aplausos de pé vieram apenas do PS, mas toda a restante esquerda aplaudiu também no final o primeiro-ministro cujo Governo suportam com o seu apoio parlamentar.

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