BES: cerca de 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores continuam à espera de “solução”

05-08-2018
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A resolução do BES fez três ano na passada sexta-feira, dia 3 de agosto.

Mas passados 4 anos do colapso do Banco Espírito Santo, cerca de 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores do BES continuam a aguardar respostas do Governo e das entidades oficiais, pois não estão incluídos na “solução dos lesados do BES”.

“Infelizmente os cerca de 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores não estão abrangidos em nenhuma das soluções dos “lesados do BES” e aguardam há 4 anos por uma solução”, diz a ABESD – Associação de Defesa de Clientes Bancários.

Para o caso destes 150 ex-clientes do Banco Espírito Santo e das suas sucursais financeiras no exterior, a solução encontrada para os outros lesados do BES não inclui os produtos e séries de produtos vendidos a estes clientes e emigrantes.

“Apesar dos esforços da direção da ABESD, não foi ainda possível constituir o grupo de trabalho com o Governo, com vista a poder este último grupo de “lesados do BES”, encontrar um mecanismo de solução para a sua situação”, diz a associação sem fins lucrativos que foi constituída em Julho de 2014 após o colapso do grupo BES/GES.

A ABESD reclama uma solução para todos os lesados do grupo BES / GES e que todos os lesados que foram vítimas de venda fraudulenta de produtos bancários por parte do BES/GES, tenham a possibilidade de participar nesse mesmo mecanismo de resolução.

Recordam que “essa mesma venda desajustada do perfil dos clientes foi

já admitido pela CMVM em documentação que já foi partilhada com todas as entidades envolvidas neste processo – Governo, Banco Portugal, Deputados, etc”.

“Apesar da disponibilidade do Governo para encontrar uma solução para os emigrantes e clientes das sucursais financeiras do BES, continuamos a aguardar a constituição do grupo de trabalho para analisar a nossa situação”, lembram.

“Ficamos obviamente satisfeitos que mais este grupo de lesados do BES esteja a iniciar a resolução do seu problema, mas temos de recordar que falta resolver o tema as sucursais financeiras exteriores do BES, que abrangem muitos clientes e as comunidades de emigrantes da Venezuela” – diz

António Borges, Presidente da Direção da ABESD.

“Os nossos associados são clientes não qualificados (incluindo emigrantes) das sucursais externas financeiras do grupo BES – Venezuela, África Sul, Suíça, etc; que perderam as suas poupanças em produtos financeiros do BES/GES, tendo sido vitimas de venda fraudulenta aos balcões do BES/BPES em Portugal”, diz a associação.

A resolução do BES fez três ano na passada sexta-feira, dia 3 de agosto.

Mas passados 4 anos do colapso do Banco Espírito Santo, cerca de 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores do BES continuam a aguardar respostas do Governo e das entidades oficiais, pois não estão incluídos na “solução dos lesados do BES”.

“Infelizmente os cerca de 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores não estão abrangidos em nenhuma das soluções dos “lesados do BES” e aguardam há 4 anos por uma solução”, diz a ABESD – Associação de Defesa de Clientes Bancários.

Para o caso destes 150 ex-clientes do Banco Espírito Santo e das suas sucursais financeiras no exterior, a solução encontrada para os outros lesados do BES não inclui os produtos e séries de produtos vendidos a estes clientes e emigrantes.

“Apesar dos esforços da direção da ABESD, não foi ainda possível constituir o grupo de trabalho com o Governo, com vista a poder este último grupo de “lesados do BES”, encontrar um mecanismo de solução para a sua situação”, diz a associação sem fins lucrativos que foi constituída em Julho de 2014 após o colapso do grupo BES/GES.

A ABESD reclama uma solução para todos os lesados do grupo BES / GES e que todos os lesados que foram vítimas de venda fraudulenta de produtos bancários por parte do BES/GES, tenham a possibilidade de participar nesse mesmo mecanismo de resolução.

Recordam que “essa mesma venda desajustada do perfil dos clientes foi

já admitido pela CMVM em documentação que já foi partilhada com todas as entidades envolvidas neste processo – Governo, Banco Portugal, Deputados, etc”.

“Apesar da disponibilidade do Governo para encontrar uma solução para os emigrantes e clientes das sucursais financeiras do BES, continuamos a aguardar a constituição do grupo de trabalho para analisar a nossa situação”, lembram.

“Ficamos obviamente satisfeitos que mais este grupo de lesados do BES esteja a iniciar a resolução do seu problema, mas temos de recordar que falta resolver o tema as sucursais financeiras exteriores do BES, que abrangem muitos clientes e as comunidades de emigrantes da Venezuela” – diz

António Borges, Presidente da Direção da ABESD.

“Os nossos associados são clientes não qualificados (incluindo emigrantes) das sucursais externas financeiras do grupo BES – Venezuela, África Sul, Suíça, etc; que perderam as suas poupanças em produtos financeiros do BES/GES, tendo sido vitimas de venda fraudulenta aos balcões do BES/BPES em Portugal”, diz a associação.

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