Estas linhas da futura proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2019 foram transmitidas por António Costa em entrevista à TVI, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, e que foi conduzida pelos jornalistas Sérgio Figueiredo e Judite de Sousa.
No plano político, o primeiro-ministro afirmou que as negociações do Orçamento do Estado com os parceiros de esquerda do Governo (Bloco de Esquerda, PCP e PEV) “estão a andar bem”, mas recusou-se a dá-las como fechadas.
Em matéria orçamental, o líder do executivo afirmou que conterá “uma inovação radical em matéria de transportes, com um passe único” nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.
No plano fiscal, o primeiro-ministro referiu que o próximo orçamento elevará a fasquia do “mínimo de existência social”, o que permitirá a mais famílias estarem isentas de IRS em 2019.
Na entrevista, porém, afastou a possibilidade de uma redução do IVA da eletricidade, que teria um impacto estimado na ordem dos 500 milhões de euros, contrapondo que a fatura energética familiar poderá baixar por via de outras medidas de redução do défice tarifário, que não especificou.
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Estas linhas da futura proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2019 foram transmitidas por António Costa em entrevista à TVI, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, e que foi conduzida pelos jornalistas Sérgio Figueiredo e Judite de Sousa.
No plano político, o primeiro-ministro afirmou que as negociações do Orçamento do Estado com os parceiros de esquerda do Governo (Bloco de Esquerda, PCP e PEV) “estão a andar bem”, mas recusou-se a dá-las como fechadas.
Em matéria orçamental, o líder do executivo afirmou que conterá “uma inovação radical em matéria de transportes, com um passe único” nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.
No plano fiscal, o primeiro-ministro referiu que o próximo orçamento elevará a fasquia do “mínimo de existência social”, o que permitirá a mais famílias estarem isentas de IRS em 2019.
Na entrevista, porém, afastou a possibilidade de uma redução do IVA da eletricidade, que teria um impacto estimado na ordem dos 500 milhões de euros, contrapondo que a fatura energética familiar poderá baixar por via de outras medidas de redução do défice tarifário, que não especificou.