O calor e o vento estão a dificultar o combate ao fogo em Mação. A "linha de fogo" tem ameaçado casas de habitação e várias povoações já foram retiradas por precaução.
As freguesias de Mação, Carvoeiro, Cardigos e Envendos são as que levantam maiores preocupações.
"A situação continua muito grave, com vento e temperaturas muito elevadas a dificultar a ação de combate dos bombeiros, sendo as mais complicadas na freguesia de Mação, em Mantela, e de Carvoeiro, onde a sede de freguesia esteve isolada e sem água, luz e telecomunicações, e em Envendos e Cardigos, com algumas aldeias ainda na linha do fogo", disse à agência Lusa o autarca de Mação, Vasco Estrela.
"As pessoas e as instituições têm sido incansáveis neste vaivém constante e já ajudaram a colocar em segurança, em diversos lares e outros espaços, cerca de 150 pessoas de mais de uma dezena de aldeias, ao longo destes dois dias", acrescentou o autarca.
Em Proença-a-Nova, outra frente deste incêndio ameaçou esta terça-feira o Parque Empresarial. Outra das frentes de fogo dirige-se à zona da Moita.
Apesar da situação complexa que se vive no terreno, João Lobo, autarca de Proença-a-Nova, adiantou que "neste momento, ainda não há povoações em perigo".
O fogo que chega agora a Mação começou no domingo à tarde na Sertã, no distrito de Castelo Branco. Passou depois para Proença-a-Nova até passar a fronteira para o distrito de Santarém.
Pelas 19h30 estavam no combate a este fogo 996 bombeiros apoiados por nove meios aéreos.
Ao final da tarde, a adjunta nacional de operações da Proteção Civil Patrícia Gaspar confirmou que "o vento tem soprado de forma muito forte (...) e este fator acaba por provoca inúmeras projeções, novos focos de incêndio e também reativações nas zonas que já estão de alguma forma dominadas".
O grande desafio dos profissionais tem sido conciliar o combate ao fogo e a proteção das povoações próximas da linha do incêndio, adiantou Patrícia Gaspar no briefing da Proteção Civil.
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O calor e o vento estão a dificultar o combate ao fogo em Mação. A "linha de fogo" tem ameaçado casas de habitação e várias povoações já foram retiradas por precaução.
As freguesias de Mação, Carvoeiro, Cardigos e Envendos são as que levantam maiores preocupações.
"A situação continua muito grave, com vento e temperaturas muito elevadas a dificultar a ação de combate dos bombeiros, sendo as mais complicadas na freguesia de Mação, em Mantela, e de Carvoeiro, onde a sede de freguesia esteve isolada e sem água, luz e telecomunicações, e em Envendos e Cardigos, com algumas aldeias ainda na linha do fogo", disse à agência Lusa o autarca de Mação, Vasco Estrela.
"As pessoas e as instituições têm sido incansáveis neste vaivém constante e já ajudaram a colocar em segurança, em diversos lares e outros espaços, cerca de 150 pessoas de mais de uma dezena de aldeias, ao longo destes dois dias", acrescentou o autarca.
Em Proença-a-Nova, outra frente deste incêndio ameaçou esta terça-feira o Parque Empresarial. Outra das frentes de fogo dirige-se à zona da Moita.
Apesar da situação complexa que se vive no terreno, João Lobo, autarca de Proença-a-Nova, adiantou que "neste momento, ainda não há povoações em perigo".
O fogo que chega agora a Mação começou no domingo à tarde na Sertã, no distrito de Castelo Branco. Passou depois para Proença-a-Nova até passar a fronteira para o distrito de Santarém.
Pelas 19h30 estavam no combate a este fogo 996 bombeiros apoiados por nove meios aéreos.
Ao final da tarde, a adjunta nacional de operações da Proteção Civil Patrícia Gaspar confirmou que "o vento tem soprado de forma muito forte (...) e este fator acaba por provoca inúmeras projeções, novos focos de incêndio e também reativações nas zonas que já estão de alguma forma dominadas".
O grande desafio dos profissionais tem sido conciliar o combate ao fogo e a proteção das povoações próximas da linha do incêndio, adiantou Patrícia Gaspar no briefing da Proteção Civil.