A equipa de António Domingues é esperada na próxima semana na Caixa Geral de Depósitos. Fonte ligada ao processo diz que no banco estão a contar com a entrada dos novos administradores durante os primeiros dias da próxima semana.
Recorde-se que A administração da CGD liderada por Álvaro Nascimento (Chairman) e José de Matos (CEO) aceitou por unanimidade ficar em funções até ao dia 31 de Agosto, em nome da "preocupação com a estabilidade do sistema financeiro português".
Segundo fonte conhecedora do processo, o Estado pode nomear o Conselho de Administração através de uma DUE - Deliberação Unânime por Escrito.
Não há assim impedimentos para a nomeação imediata, mas o governo até agora não se compromete com datas.
Em declarações ao Económico, o Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Ricardo Mourinho Félix, diz que a nova administração da Caixa entrará "assim que estejam criadas as condições para que a nova equipa possa iniciar a validação do plano de negócios que preparou, pedir uma auditoria à carteira de crédito da CGD para que se proceda à recapitalização".
Esta resposta preocupa a CGD. Segundo em Económico soube, junto de fonte conhecedora da realidade interna do banco do Estado a CGD precisa de fazer um aumento de capital ainda este ano, estimando-se que a data ideal seja Outubro ou Novembro. Mas o Governo admite que seja preciso uma auditoria antes de definir o aumento de capital, o que pode atrasar a operação.
Na última comunicação pública da administração que ainda está em funções, alertavam para a subsistência de "riscos de capital".
"A solução encontrada não permite resolver os desafios estratégicos e os riscos de capital que continuam presentes, como temos feito saber ao accionista e às entidades de supervisão", refere a carta assinada por Álvaro Nascimento, Presidente do Conselho de Administração; por José de Matos, Presidente da Comissão Executiva e por Eduardo Paz Ferreira, Presidente da Comissão de Auditoria e Fiscalização.
"As imposições prudenciais sobre fundos próprios continuam a vincular a acção da administração e são motivo de preocupação, não obstante o processo autónomo e
independente, que se encontra a ser conduzido em paralelo pelo Governo em conjunto com a próxima equipa de gestão", disseram os ainda administradores.
Categorias
Entidades
A equipa de António Domingues é esperada na próxima semana na Caixa Geral de Depósitos. Fonte ligada ao processo diz que no banco estão a contar com a entrada dos novos administradores durante os primeiros dias da próxima semana.
Recorde-se que A administração da CGD liderada por Álvaro Nascimento (Chairman) e José de Matos (CEO) aceitou por unanimidade ficar em funções até ao dia 31 de Agosto, em nome da "preocupação com a estabilidade do sistema financeiro português".
Segundo fonte conhecedora do processo, o Estado pode nomear o Conselho de Administração através de uma DUE - Deliberação Unânime por Escrito.
Não há assim impedimentos para a nomeação imediata, mas o governo até agora não se compromete com datas.
Em declarações ao Económico, o Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Ricardo Mourinho Félix, diz que a nova administração da Caixa entrará "assim que estejam criadas as condições para que a nova equipa possa iniciar a validação do plano de negócios que preparou, pedir uma auditoria à carteira de crédito da CGD para que se proceda à recapitalização".
Esta resposta preocupa a CGD. Segundo em Económico soube, junto de fonte conhecedora da realidade interna do banco do Estado a CGD precisa de fazer um aumento de capital ainda este ano, estimando-se que a data ideal seja Outubro ou Novembro. Mas o Governo admite que seja preciso uma auditoria antes de definir o aumento de capital, o que pode atrasar a operação.
Na última comunicação pública da administração que ainda está em funções, alertavam para a subsistência de "riscos de capital".
"A solução encontrada não permite resolver os desafios estratégicos e os riscos de capital que continuam presentes, como temos feito saber ao accionista e às entidades de supervisão", refere a carta assinada por Álvaro Nascimento, Presidente do Conselho de Administração; por José de Matos, Presidente da Comissão Executiva e por Eduardo Paz Ferreira, Presidente da Comissão de Auditoria e Fiscalização.
"As imposições prudenciais sobre fundos próprios continuam a vincular a acção da administração e são motivo de preocupação, não obstante o processo autónomo e
independente, que se encontra a ser conduzido em paralelo pelo Governo em conjunto com a próxima equipa de gestão", disseram os ainda administradores.