Eis uma perspetiva vinda de dentro do Governo e que até hoje ainda não tinha sido ouvida: o Orçamento de Estado para 2019, cuja aprovação ainda suscita dúvidas aos comentadores políticos devido ao aumento de volume das críticas do PCP e Bloco de Esquerda, “vai ser o mais fácil” de todos para chegar a acordo, diz Eurico Brilhante Dias, Secretário de Estado da Internacionalização, em entrevista ao “Jornal Económico” esta sexta-feira.
“Considerando que é o último orçamento vai ser o mais fácil. Já concretizámos três e à quarta já temos um processo de aprendizagem, e sem prejuízo de alguma conflitualidade que é natural do ponto de vista parlamentar. Os partidos que já conseguiram construir três orçamentos, conseguirão um quarto, até porque o alinhamento fundamental da política orçamental para 2019 segue uma linha coerente e uma trajetória comum desde o primeiro orçamento que foi para 2016”, explica Eurico Brilhante Dias.
O Governo tem obrigações a cumprir com a União Europeia e com os partidos à esquerda do PS no Parlamento. “Não cumprir qualquer das dimensões não está e nunca esteve no horizonte do Governo”, diz.
Embora os acordos com a UE não incluam os partidos à esquerda, “se fomos capazes em três exercícios de concretizar este desiderato, a expectativa é que com a aprendizagem que fizemos nesses três orçamentos, seja possível fazer num quarto. Quem consegue aprovar três orçamentos, deve conseguir aprovar quatro”, aponta o Secretário de Estado.
Categorias
Entidades
Eis uma perspetiva vinda de dentro do Governo e que até hoje ainda não tinha sido ouvida: o Orçamento de Estado para 2019, cuja aprovação ainda suscita dúvidas aos comentadores políticos devido ao aumento de volume das críticas do PCP e Bloco de Esquerda, “vai ser o mais fácil” de todos para chegar a acordo, diz Eurico Brilhante Dias, Secretário de Estado da Internacionalização, em entrevista ao “Jornal Económico” esta sexta-feira.
“Considerando que é o último orçamento vai ser o mais fácil. Já concretizámos três e à quarta já temos um processo de aprendizagem, e sem prejuízo de alguma conflitualidade que é natural do ponto de vista parlamentar. Os partidos que já conseguiram construir três orçamentos, conseguirão um quarto, até porque o alinhamento fundamental da política orçamental para 2019 segue uma linha coerente e uma trajetória comum desde o primeiro orçamento que foi para 2016”, explica Eurico Brilhante Dias.
O Governo tem obrigações a cumprir com a União Europeia e com os partidos à esquerda do PS no Parlamento. “Não cumprir qualquer das dimensões não está e nunca esteve no horizonte do Governo”, diz.
Embora os acordos com a UE não incluam os partidos à esquerda, “se fomos capazes em três exercícios de concretizar este desiderato, a expectativa é que com a aprendizagem que fizemos nesses três orçamentos, seja possível fazer num quarto. Quem consegue aprovar três orçamentos, deve conseguir aprovar quatro”, aponta o Secretário de Estado.