A proteção de rapazes contra o vírus do papiloma humano e de crianças de ambos os sexos contra a meningite B e a gastroenterite poderá ter o apoio do Estado. As vacinas não vão entrar no Programa Nacional de Vacinação (PNV), como aprovaram os deputados no final do ano passado, contra a vontade do PS, mas poderão ser comparticipadas. A proposta foi feita pela própria diretora-geral da Saúde (DGS), Graça Freitas, em sede da Comissão Parlamentar de Saúde e discutida na manhã desta terça-feira com a ministra da Saúde, Marta Temido.
Ao Expresso, Graça Freitas explicou que “a proposta de comparticipação das três novas vacinas foi feita no Parlamento há cerca de duas semanas e será uma ajuda importante para as famílias” que optem pela imunização. Na manhã desta terça-feira, Graça Freitas e Marta Temido reuniram-se para analisar os detalhes de uma eventual comparticipação. Quarta-feira, a governante irá falar aos deputados e o tema será um dos assuntos na agenda.
A proteção de rapazes contra o vírus do papiloma humano e de crianças de ambos os sexos contra a meningite B e a gastroenterite poderá ter o apoio do Estado. As vacinas não vão entrar no Programa Nacional de Vacinação (PNV), como aprovaram os deputados no final do ano passado, contra a vontade do PS, mas poderão ser comparticipadas. A proposta foi feita pela própria diretora-geral da Saúde (DGS), Graça Freitas, em sede da Comissão Parlamentar de Saúde e discutida na manhã desta terça-feira com a ministra da Saúde, Marta Temido.
Ao Expresso, Graça Freitas explicou que “a proposta de comparticipação das três novas vacinas foi feita no Parlamento há cerca de duas semanas e será uma ajuda importante para as famílias” que optem pela imunização. Na manhã desta terça-feira, Graça Freitas e Marta Temido reuniram-se para analisar os detalhes de uma eventual comparticipação. Quarta-feira, a governante irá falar aos deputados e o tema será um dos assuntos na agenda.