Elisa com os fundos: Rangel isolado nas críticas

12-09-2019
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O primeiro-ministro António Costa elogia, o ministro Nelson de Souza elogia, Rui Rio como-que-elogia, o eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes elogia - a atribuição a Elisa Ferreira do pelouro dos fundos estruturais na nova Comissão Europeia foi esta terça-feira recebida com aplausos de socialistas e sociais-democratas, mas uma voz destoou: Paulo Rangel, o cabeça de lista do PSD nas últimas eleições europeias, já tinha criticado essa possibilidade ainda antes de ter sido confirmada pela nova Senhora Europa, Ursula Von der Leyen.

“Se o comissário de uma certa nacionalidade tem a seu cargo uma pasta em que o seu país tem um interesse direto, as suas capacidades de atuação e margem de manobra ficam largamente afetadas. Enquanto comissário responsável, ele terá de arbitrar, de conciliar, de promover consensos; estará demasiado exposto para poder promover alguma ‘agenda’ nacional”, escreveu Rangel na edição de hoje no jornal Público, que chegou às bancas poucas horas antes da divulgação oficial da distribuição de responsabilidades na Comissão Von der Leyen.

O primeiro-ministro António Costa elogia, o ministro Nelson de Souza elogia, Rui Rio como-que-elogia, o eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes elogia - a atribuição a Elisa Ferreira do pelouro dos fundos estruturais na nova Comissão Europeia foi esta terça-feira recebida com aplausos de socialistas e sociais-democratas, mas uma voz destoou: Paulo Rangel, o cabeça de lista do PSD nas últimas eleições europeias, já tinha criticado essa possibilidade ainda antes de ter sido confirmada pela nova Senhora Europa, Ursula Von der Leyen.

“Se o comissário de uma certa nacionalidade tem a seu cargo uma pasta em que o seu país tem um interesse direto, as suas capacidades de atuação e margem de manobra ficam largamente afetadas. Enquanto comissário responsável, ele terá de arbitrar, de conciliar, de promover consensos; estará demasiado exposto para poder promover alguma ‘agenda’ nacional”, escreveu Rangel na edição de hoje no jornal Público, que chegou às bancas poucas horas antes da divulgação oficial da distribuição de responsabilidades na Comissão Von der Leyen.

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