Ministro saúda Lei de Infraestruturas Militares e anuncia 20 milhões para 2019

30-06-2019
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Em comunicado, João Gomes Cravinho assinalou "o consenso alargado refletido na votação final do diploma entre os partidos com assento parlamentar" (PS, PSD e CDS) hoje, na Assembleia da República, em Lisboa.

A lei, que prevê um investimento de 262 milhões de euros até 2030, "é um dos mais importantes instrumentos de financiamento da Defesa Nacional e das Forças Armadas", lê-se no texto hoje distribuído pelo gabinete do ministro Gomes Cravinho.

O diploma visa "satisfazer as necessidades relativas às infraestruturas do Ministério da Defesa Nacional (MDN), do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e das Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea)".

Tem por objetivo a rentabilização de imóveis militares devolutos ou sem uso, através da alienação, arrendamento, permuta para reinvestir essas receitas na conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação de outras infraestruturas das Forças Armadas.

Já em 2019, segundo o comunicado, o investimento previsto é de 20 milhões de euros, dos quais 7,7 milhões para o Exército, 6,9 milhões para a Marinha, 3,2 milhões para a Força Aérea, 1,6 milhões para o EMGFA e 600 mil euros para os serviços centrais do ministério.

PS, PSD e CDS aprovaram hoje, em votação final global, no parlamento, a lei de Infraestruturas Militares. Na votação, a bancada do BE votou contra, PCP, PEV, PAN e o deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira optaram pela abstenção.

Em comunicado, João Gomes Cravinho assinalou "o consenso alargado refletido na votação final do diploma entre os partidos com assento parlamentar" (PS, PSD e CDS) hoje, na Assembleia da República, em Lisboa.

A lei, que prevê um investimento de 262 milhões de euros até 2030, "é um dos mais importantes instrumentos de financiamento da Defesa Nacional e das Forças Armadas", lê-se no texto hoje distribuído pelo gabinete do ministro Gomes Cravinho.

O diploma visa "satisfazer as necessidades relativas às infraestruturas do Ministério da Defesa Nacional (MDN), do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e das Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea)".

Tem por objetivo a rentabilização de imóveis militares devolutos ou sem uso, através da alienação, arrendamento, permuta para reinvestir essas receitas na conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação de outras infraestruturas das Forças Armadas.

Já em 2019, segundo o comunicado, o investimento previsto é de 20 milhões de euros, dos quais 7,7 milhões para o Exército, 6,9 milhões para a Marinha, 3,2 milhões para a Força Aérea, 1,6 milhões para o EMGFA e 600 mil euros para os serviços centrais do ministério.

PS, PSD e CDS aprovaram hoje, em votação final global, no parlamento, a lei de Infraestruturas Militares. Na votação, a bancada do BE votou contra, PCP, PEV, PAN e o deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira optaram pela abstenção.

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