Comissão Banif: Audições ficam suspensas até Carlos Costa e Centeno voltarem ao parlamento

16-04-2016
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Na próxima semana não haverá qualquer audição na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao caso Banif. Este facto, avançado pelo Dinheiro Vivo e confirmado ao Económico pelo presidente da CPI, prende-se com a intenção dos deputados de ouvirem de seguida o governador do Banco de Portugal e o ministro das Finanças. Estes já compareceram perante a comissão, mas os factos novos entretanto apurados exigem o seu regresso o quanto antes.

Tendo em atenção que estas audições não podem decorrer na próxima semana, todas as restantes presenças que estavam já marcadas serão recalendarizadas.

Dois pontos levaram os deputados a querer ouvir, com urgência, o governador e o ministro das Finanças, que há bem pouco tempo estiveram na CPI. No que toca a Carlos Costa, a intervenção do Banco de Portugal na retirada dos apoios de liquidez do BCE ao Banif. No que respeita a Mário Centeno, em causa está o facto de ter ou não intercedido junto da Comissão Europeia para agilizar a venda do Banif ao Santander, que foi revelado recentemente num documento enviado aos deputados mas que Centeno havia negado, quando questionado directamente sobre isso pelo PSD.

"É intenção dos senhores deputados voltarem a ouvir, já a seguir, estes dois responsáveis, e por esta ordem, primeiro o senhor governador e depois o senhor Ministro das Finanças", explicou ao Económico António Filipe, presidente da comissão. "Perante uma grande impossibilidade de agenda do senhor governador para a próxima semana, provavelmente será possível na terça-feira seguinte, dia 26, e assim poderíamos também ouvir o senhor ministro no mesmo dia, da parte da tarde", acrescentou.

Ora já estavam marcadas as audições para as próximas duas semanas, que assim terão de ser alteradas. Na próxima semana é certo que ninguém será ouvido. Depois da segunda ronda de Carlos Costa e Mário Centeno, então "deveremos retomar a sequência que já estava marcada, mas com novo calendário", explicou o deputado comunista.

Assim, espera-se que se sigam, por esta ordem, as presenças no parlamento de Ana Salcedas, da Ey; Rodrigo Pinto Ribeiro, da Oliver Wyman; Pedro Duarte Neves, do Banco de Portugal; José Ramalho, do Fundo de Resolução; e Carlos Albuquerque, do Banco de Portugal.

Na próxima semana não haverá qualquer audição na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao caso Banif. Este facto, avançado pelo Dinheiro Vivo e confirmado ao Económico pelo presidente da CPI, prende-se com a intenção dos deputados de ouvirem de seguida o governador do Banco de Portugal e o ministro das Finanças. Estes já compareceram perante a comissão, mas os factos novos entretanto apurados exigem o seu regresso o quanto antes.

Tendo em atenção que estas audições não podem decorrer na próxima semana, todas as restantes presenças que estavam já marcadas serão recalendarizadas.

Dois pontos levaram os deputados a querer ouvir, com urgência, o governador e o ministro das Finanças, que há bem pouco tempo estiveram na CPI. No que toca a Carlos Costa, a intervenção do Banco de Portugal na retirada dos apoios de liquidez do BCE ao Banif. No que respeita a Mário Centeno, em causa está o facto de ter ou não intercedido junto da Comissão Europeia para agilizar a venda do Banif ao Santander, que foi revelado recentemente num documento enviado aos deputados mas que Centeno havia negado, quando questionado directamente sobre isso pelo PSD.

"É intenção dos senhores deputados voltarem a ouvir, já a seguir, estes dois responsáveis, e por esta ordem, primeiro o senhor governador e depois o senhor Ministro das Finanças", explicou ao Económico António Filipe, presidente da comissão. "Perante uma grande impossibilidade de agenda do senhor governador para a próxima semana, provavelmente será possível na terça-feira seguinte, dia 26, e assim poderíamos também ouvir o senhor ministro no mesmo dia, da parte da tarde", acrescentou.

Ora já estavam marcadas as audições para as próximas duas semanas, que assim terão de ser alteradas. Na próxima semana é certo que ninguém será ouvido. Depois da segunda ronda de Carlos Costa e Mário Centeno, então "deveremos retomar a sequência que já estava marcada, mas com novo calendário", explicou o deputado comunista.

Assim, espera-se que se sigam, por esta ordem, as presenças no parlamento de Ana Salcedas, da Ey; Rodrigo Pinto Ribeiro, da Oliver Wyman; Pedro Duarte Neves, do Banco de Portugal; José Ramalho, do Fundo de Resolução; e Carlos Albuquerque, do Banco de Portugal.

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