Veio de Cristas um dos maiores elogios a Passos

21-02-2018
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Assunção Cristas veio expressamente ao Congresso do PSD para se despedir de Passos. A líder do CDS chegou ao final da manhã ao Centro de Congressos de Lisboa e frisou que o grande objetivo foi deixar uma "nota pessoal e institucional" na hora da despedida do antigo líder do PSD.

As palavras de Cristas concentraram-se no anterior Governo PSD/CDS, que teve Passos como primeiro-ministro, Portas como vice e a própria Cristas no cargo de ministra da Agricultura. "Fiz parte de um governo difícil", em que o país estava na "bancarrota" e o trabalho foi "muitas vezes incompreendido", sublinhou Cristas.

Entre PSD e CDS, "foi possível devolver aos portugueses a esperança", fez questão de frisar a líder dos centristas. Por isso, para Passos, que foi seu companheiro de Governo nessas más horas, uma palavra de "grande apreço", "reconhecimento" e "gratidão".

Para já, sobre Rio, nada: Cristas preferiu esperar pelo discurso que o novo líder fará ainda este domingo, para encerrar o Congresso, e que se espera que seja mais virado para o país do que para o partido do que o de sexta-feira, quando fez os possíveis para afastar os fantasmas de um bloco central. Recorde-se que, como Cristas dizia há duas semanas, os líderes da direita ainda não conversaram e deverão ter essa "oportunidade" após o Congresso.

O CDS faz-se representar neste último dia de conclave por Cristas, os vices Adolfo Mesquita Nunes e Nuno Melo, o secretário-geral Pedro Morais Soares e o deputado Álvaro Castelo Branco, que foi vice de Rio na Câmara do Porto. Cristas prometeu voltar a falar depois de ouvir o que o sucessor de Passos terá para dizer no final do Congresso. Durante o evento, que dura desde sexta-feira, houve várias referências a Passos e ao legado que deixa, mas as palavras de Cristas foram das mais elogiosas que se ouviram.

Assunção Cristas veio expressamente ao Congresso do PSD para se despedir de Passos. A líder do CDS chegou ao final da manhã ao Centro de Congressos de Lisboa e frisou que o grande objetivo foi deixar uma "nota pessoal e institucional" na hora da despedida do antigo líder do PSD.

As palavras de Cristas concentraram-se no anterior Governo PSD/CDS, que teve Passos como primeiro-ministro, Portas como vice e a própria Cristas no cargo de ministra da Agricultura. "Fiz parte de um governo difícil", em que o país estava na "bancarrota" e o trabalho foi "muitas vezes incompreendido", sublinhou Cristas.

Entre PSD e CDS, "foi possível devolver aos portugueses a esperança", fez questão de frisar a líder dos centristas. Por isso, para Passos, que foi seu companheiro de Governo nessas más horas, uma palavra de "grande apreço", "reconhecimento" e "gratidão".

Para já, sobre Rio, nada: Cristas preferiu esperar pelo discurso que o novo líder fará ainda este domingo, para encerrar o Congresso, e que se espera que seja mais virado para o país do que para o partido do que o de sexta-feira, quando fez os possíveis para afastar os fantasmas de um bloco central. Recorde-se que, como Cristas dizia há duas semanas, os líderes da direita ainda não conversaram e deverão ter essa "oportunidade" após o Congresso.

O CDS faz-se representar neste último dia de conclave por Cristas, os vices Adolfo Mesquita Nunes e Nuno Melo, o secretário-geral Pedro Morais Soares e o deputado Álvaro Castelo Branco, que foi vice de Rio na Câmara do Porto. Cristas prometeu voltar a falar depois de ouvir o que o sucessor de Passos terá para dizer no final do Congresso. Durante o evento, que dura desde sexta-feira, houve várias referências a Passos e ao legado que deixa, mas as palavras de Cristas foram das mais elogiosas que se ouviram.

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