Coimbra concessiona terreno para construção de centro olímpico de ginástica

20-06-2018
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Coimbra concessiona terreno para construção de centro olímpico de ginástica

18 jun 2018 20:01

Desporto

MadreMedia / Lusa

A Câmara de Coimbra vai concessionar um terreno para a construção e exploração de um complexo desportivo integrado e centro olímpico de ginástica, na zona da Solum, em plena área urbana da cidade.

O executivo municipal de Coimbra aprovou hoje, por maioria, durante a sua reunião quinzenal, a abertura de um concurso público para “a concessão de exploração de um terreno municipal para a construção e exploração de um complexo desportivo integrado e centro olímpico de ginástica, na Avenida Mendes da Silva”, em Coimbra.O terreno tem uma área de cerca de dez mil metros quadrados, perto de metade dos quais para implantação de edifícios, que não poderão exceder os três pisos (nalgumas áreas dois), e estacionamento subterrâneo.A decisão foi aprovada pela maioria do PS e pelos dois vereadores do movimento Somos Coimbra e os votos contra dos três representantes do PSD, eleitos no âmbito da coligação deste partido com o CDS-PP, o PPM e o MPT.A abertura do concurso público pode, a partir de agora, ser submetida à apreciação da Assembleia Municipal, de cuja aprovação depende o desenvolvimento do processo com vista à construção e exploração do centro de ginástica e do complexo desportivo.Esta é uma forma da autarquia ajudar a “encontrar soluções para novos equipamentos desportivos de modalidades em crescimento, como a ginástica aeróbica e de Trampolins, que exige um espaço próprio e muito específico”, que a Câmara designa de Centro Olímpico de Ginástica, destinado às “centenas de jovens que praticam esta modalidade, nas suas várias especialidades, em condições deficitárias”, sustenta a proposta hoje aprovada.É fundamental “criar condições que permitam a construção destes novos equipamentos e instalações desportivas”, aproveitando quer a existência de terrenos municipais disponíveis junto de zonas urbanas, quer “o interesse de eventuais entidades privadas que queiram investir nesta área”, sublinhou o vereador responsável pelo desporto, Carlos Cidade.O voto contrário dos sociais-democratas deve-se essencialmente a razões relacionadas com o processo, que “não está devidamente instruído”, e à “falta de especificidades técnicas” e aos “critérios de adjudicação”, explicou o vereador Paulo Leitão.“O caderno de encargos é muito vago”, alegou Paula Pêgo, igualmente vereadora do PSD, defendendo a necessidade de este documento e a generalidade da proposta serem "clarificados" e "aperfeiçoados".O terreno a ser concessionado tem uma área de 9.394 metros quadrados e “uma área de implantação de 4.645 metros quadrados”, com “uma cércea máxima de dois pisos e de três pisos”, de acordo com estudo de ocupação, e estacionamento subterrâneo.“Os parâmetros de contratação previstos são de 40 anos de prazo e 500 mil euros de valor base de licitação para a construção do Centro Olímpico de Ginástica”, indica a Câmara, referindo que “o procedimento a adotar será o de concurso público e o critério de adjudicação o de melhor relação qualidade/preço”.


Coimbra concessiona terreno para construção de centro olímpico de ginástica

18 jun 2018 20:01

Desporto

MadreMedia / Lusa

A Câmara de Coimbra vai concessionar um terreno para a construção e exploração de um complexo desportivo integrado e centro olímpico de ginástica, na zona da Solum, em plena área urbana da cidade.

O executivo municipal de Coimbra aprovou hoje, por maioria, durante a sua reunião quinzenal, a abertura de um concurso público para “a concessão de exploração de um terreno municipal para a construção e exploração de um complexo desportivo integrado e centro olímpico de ginástica, na Avenida Mendes da Silva”, em Coimbra.O terreno tem uma área de cerca de dez mil metros quadrados, perto de metade dos quais para implantação de edifícios, que não poderão exceder os três pisos (nalgumas áreas dois), e estacionamento subterrâneo.A decisão foi aprovada pela maioria do PS e pelos dois vereadores do movimento Somos Coimbra e os votos contra dos três representantes do PSD, eleitos no âmbito da coligação deste partido com o CDS-PP, o PPM e o MPT.A abertura do concurso público pode, a partir de agora, ser submetida à apreciação da Assembleia Municipal, de cuja aprovação depende o desenvolvimento do processo com vista à construção e exploração do centro de ginástica e do complexo desportivo.Esta é uma forma da autarquia ajudar a “encontrar soluções para novos equipamentos desportivos de modalidades em crescimento, como a ginástica aeróbica e de Trampolins, que exige um espaço próprio e muito específico”, que a Câmara designa de Centro Olímpico de Ginástica, destinado às “centenas de jovens que praticam esta modalidade, nas suas várias especialidades, em condições deficitárias”, sustenta a proposta hoje aprovada.É fundamental “criar condições que permitam a construção destes novos equipamentos e instalações desportivas”, aproveitando quer a existência de terrenos municipais disponíveis junto de zonas urbanas, quer “o interesse de eventuais entidades privadas que queiram investir nesta área”, sublinhou o vereador responsável pelo desporto, Carlos Cidade.O voto contrário dos sociais-democratas deve-se essencialmente a razões relacionadas com o processo, que “não está devidamente instruído”, e à “falta de especificidades técnicas” e aos “critérios de adjudicação”, explicou o vereador Paulo Leitão.“O caderno de encargos é muito vago”, alegou Paula Pêgo, igualmente vereadora do PSD, defendendo a necessidade de este documento e a generalidade da proposta serem "clarificados" e "aperfeiçoados".O terreno a ser concessionado tem uma área de 9.394 metros quadrados e “uma área de implantação de 4.645 metros quadrados”, com “uma cércea máxima de dois pisos e de três pisos”, de acordo com estudo de ocupação, e estacionamento subterrâneo.“Os parâmetros de contratação previstos são de 40 anos de prazo e 500 mil euros de valor base de licitação para a construção do Centro Olímpico de Ginástica”, indica a Câmara, referindo que “o procedimento a adotar será o de concurso público e o critério de adjudicação o de melhor relação qualidade/preço”.

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