Homem agredido à frente da família conta o que aconteceu

02-02-2016
marcar artigo

Após o jogo entre Guimarães e Benfica, uma família foi agredida à saída do estádio por agentes de polícia. José Magalhães já falou com os jornalistas e conta tudo o que aconteceu.

"Ao fim de 30/40 minutos de ali estar tento chegar ao acesso de saída das galeiras, o que me foi facilitado por todos os adeptos. O público percebeu que eu tinha um miúdo que se estava a sentir mal. Cheguei à porta de saída e quatro agentes que ali estavam permitiram de uma forma afável e compreensível de me deixar sair a mim e ao meus filhos e posteriormente sai o meu pai. Dirigi-me para um muro já fora do estádio, onde uma senhora, muito prestável, nos trouxe uma garrafa de água para hidratar o miúdo, quando depois aquele agente se dirigiu a mim a perguntar o que se passava, porque estava ali e porque tinha saído lá de dentro. Eu estava a explicar-lhe o que estava a acontecer, o que se passava com o miúdo e comecei a gesticular. Quando dou por mim dou com ele em cima de mim à bastonada e a partir para a agressão. O meu pânico foi geral porque o vi a bater no meu pai, os miúdos numa aflição geral", diz.

"Ele perguntou: 'você não sabe para onde vinha? Tinha de trazer os miúdos para aqui porquê? Porque você vem com os miúdos para o futebol?' Mas eu não posso vir a uma festa? A um momento memorável com os meus filhos?", revela, sobre a conversa que teve com o agente.

Perante as acusações do agente de que lhe terá insultado e cuspido, José responde: "Algum dia eu iria faltar ao respeito à autoridade? Eles foram tão prestáveis na minha saída do estádio..."

, começa por expor.

Após o jogo entre Guimarães e Benfica, uma família foi agredida à saída do estádio por agentes de polícia. José Magalhães já falou com os jornalistas e conta tudo o que aconteceu.

"Ao fim de 30/40 minutos de ali estar tento chegar ao acesso de saída das galeiras, o que me foi facilitado por todos os adeptos. O público percebeu que eu tinha um miúdo que se estava a sentir mal. Cheguei à porta de saída e quatro agentes que ali estavam permitiram de uma forma afável e compreensível de me deixar sair a mim e ao meus filhos e posteriormente sai o meu pai. Dirigi-me para um muro já fora do estádio, onde uma senhora, muito prestável, nos trouxe uma garrafa de água para hidratar o miúdo, quando depois aquele agente se dirigiu a mim a perguntar o que se passava, porque estava ali e porque tinha saído lá de dentro. Eu estava a explicar-lhe o que estava a acontecer, o que se passava com o miúdo e comecei a gesticular. Quando dou por mim dou com ele em cima de mim à bastonada e a partir para a agressão. O meu pânico foi geral porque o vi a bater no meu pai, os miúdos numa aflição geral", diz.

"Ele perguntou: 'você não sabe para onde vinha? Tinha de trazer os miúdos para aqui porquê? Porque você vem com os miúdos para o futebol?' Mas eu não posso vir a uma festa? A um momento memorável com os meus filhos?", revela, sobre a conversa que teve com o agente.

Perante as acusações do agente de que lhe terá insultado e cuspido, José responde: "Algum dia eu iria faltar ao respeito à autoridade? Eles foram tão prestáveis na minha saída do estádio..."

, começa por expor.

marcar artigo