Obras na estação de metro do Areeiro terminam 12 anos depois

31-08-2020
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A estação de metro do Areeiro terminou a sua requalificação e remodelação 12 anos depois do seu início, com a inauguração esta sexta-feira, 28 de agosto, do átrio norte.

A estação do Areeiro foi submetida em 2008 a um alargamento da plataforma, para poder receber comboios com seis carruagens, e à remodelação do átrio sul. Estas obras terminaram cinco anos depois, e foi então em 2013 que o átrio norte encerrou para ser remodelado.

Mas as obras acabaram por se arrastar durante sete anos devido a diversos motivos dificultando a vida aos utentes que viajam diariamente entre a capital e várias cidades da área metropolitana de Lisboa pois este átrio é o acesso mais próximo, cerca de 300 metros, à estação ferroviária de Roma-Areeiro, servindo comboios tanto da CP – linhas de Sintra ou Azambuja – como da Fertagus – linha da margem sul rumo a Setúbal.

“A obra foi começada em 2008 e em 2013 foi reaberto o átrio sul, com o cais já estendido. Em 2013 foi durante a altura da troika, houve dificuldades das empresas. A empresa que estava a fazer a obra faliu, teve muitas dificuldades, ainda tentámos aguentar a empresa, mas rescindimos o contrato em 2015”, disse o presidente do Metro de Lisboa ao JE à margem da inauguração do átrio norte.

“Em 2017, lançámos o primeiro concurso, depois vimos que haviam uma deficiências no projeto tivemos que o anular. Lançámos o concurso em 2018 e acabou agora”, acrescentou Vitor Domingues dos Santos.

Assim, reabriram hoje os três acessos ao átrio norte: junto ao nº 6 da Praça Francisco Sá Carneiro e os dois acessos na Avenida Padre Manuel da Nóbrega, os mais próximos da estação ferroviária de Roma-Areeiro.

As obras de remodelação e requalificação do átrio norte foram alvo de um investimento de 2,8 milhões de euros, e dotaram a estação com três elevadores de forma a garantir a “acessibilidade plena” a pessoas de mobilidade reduzida, segundo a empresa.

Outra estação da linha verde que ainda continua encerrada para que o cais seja alargado para poder receber comboios com seis carruagens é a de Arroios, que fechou em 2017.

O Governo lançou hoje um desafio ao Metro de Lisboa e ao empreiteiro da obra: inaugurar a estação de Arroios no dia de Santo António de 2021, 13 de junho.

“Esse foi o desafio que lancei ao empreiteiro. Tivemos um problema com a obra da estação de Arroios, o empreiteiro que a estava a fazer faliu, abandonou a obra, não tinha condições para a fazer; os concursos públicos conduzem a isto mesmo”, disse hoje o ministro do Ambiente durante a inauguração do átrio norte da estação do Areeiro, na linha verde.

Localizada na Praça do Chile, a estação de metro de Arroios fica na linha verde do Metro de Lisboa e é uma das principais estações numa das freguesias da capital com mais população.

“Sabemos que o prazo para a conclusão da obra é setembro do próximo ano. Os lisboetas estão há muito tempo à espera, então em Arroios estão ainda há mais tempo à espera. Não só os comerciantes da própria praça [do Chile], como todas as pessoas da freguesias”, acrescentou João Pedro Matos Fernandes.

“E o desafio que lancei ao empreiteiro que é muito capaz, que fez esta obra também, é que no Santo António esta prenda possa ser dado aos lisboetas. Eu não posso fazer essa promessa, mas tudo farei para que o metro possa tudo fazer para que seja verdade. Daqui a um ano, é certo, se for nos Santos Populares, melhor ainda”, declarou o ministro.

Questionado por este desafio, o presidente do Metro de Lisboa disse ao JE: “O desafio foi lançado ao empreiteiro, vamos esperar. Aguardar para ver”, segundo Vitor Domingues dos Santos.

A estação de metro do Areeiro terminou a sua requalificação e remodelação 12 anos depois do seu início, com a inauguração esta sexta-feira, 28 de agosto, do átrio norte.

A estação do Areeiro foi submetida em 2008 a um alargamento da plataforma, para poder receber comboios com seis carruagens, e à remodelação do átrio sul. Estas obras terminaram cinco anos depois, e foi então em 2013 que o átrio norte encerrou para ser remodelado.

Mas as obras acabaram por se arrastar durante sete anos devido a diversos motivos dificultando a vida aos utentes que viajam diariamente entre a capital e várias cidades da área metropolitana de Lisboa pois este átrio é o acesso mais próximo, cerca de 300 metros, à estação ferroviária de Roma-Areeiro, servindo comboios tanto da CP – linhas de Sintra ou Azambuja – como da Fertagus – linha da margem sul rumo a Setúbal.

“A obra foi começada em 2008 e em 2013 foi reaberto o átrio sul, com o cais já estendido. Em 2013 foi durante a altura da troika, houve dificuldades das empresas. A empresa que estava a fazer a obra faliu, teve muitas dificuldades, ainda tentámos aguentar a empresa, mas rescindimos o contrato em 2015”, disse o presidente do Metro de Lisboa ao JE à margem da inauguração do átrio norte.

“Em 2017, lançámos o primeiro concurso, depois vimos que haviam uma deficiências no projeto tivemos que o anular. Lançámos o concurso em 2018 e acabou agora”, acrescentou Vitor Domingues dos Santos.

Assim, reabriram hoje os três acessos ao átrio norte: junto ao nº 6 da Praça Francisco Sá Carneiro e os dois acessos na Avenida Padre Manuel da Nóbrega, os mais próximos da estação ferroviária de Roma-Areeiro.

As obras de remodelação e requalificação do átrio norte foram alvo de um investimento de 2,8 milhões de euros, e dotaram a estação com três elevadores de forma a garantir a “acessibilidade plena” a pessoas de mobilidade reduzida, segundo a empresa.

Outra estação da linha verde que ainda continua encerrada para que o cais seja alargado para poder receber comboios com seis carruagens é a de Arroios, que fechou em 2017.

O Governo lançou hoje um desafio ao Metro de Lisboa e ao empreiteiro da obra: inaugurar a estação de Arroios no dia de Santo António de 2021, 13 de junho.

“Esse foi o desafio que lancei ao empreiteiro. Tivemos um problema com a obra da estação de Arroios, o empreiteiro que a estava a fazer faliu, abandonou a obra, não tinha condições para a fazer; os concursos públicos conduzem a isto mesmo”, disse hoje o ministro do Ambiente durante a inauguração do átrio norte da estação do Areeiro, na linha verde.

Localizada na Praça do Chile, a estação de metro de Arroios fica na linha verde do Metro de Lisboa e é uma das principais estações numa das freguesias da capital com mais população.

“Sabemos que o prazo para a conclusão da obra é setembro do próximo ano. Os lisboetas estão há muito tempo à espera, então em Arroios estão ainda há mais tempo à espera. Não só os comerciantes da própria praça [do Chile], como todas as pessoas da freguesias”, acrescentou João Pedro Matos Fernandes.

“E o desafio que lancei ao empreiteiro que é muito capaz, que fez esta obra também, é que no Santo António esta prenda possa ser dado aos lisboetas. Eu não posso fazer essa promessa, mas tudo farei para que o metro possa tudo fazer para que seja verdade. Daqui a um ano, é certo, se for nos Santos Populares, melhor ainda”, declarou o ministro.

Questionado por este desafio, o presidente do Metro de Lisboa disse ao JE: “O desafio foi lançado ao empreiteiro, vamos esperar. Aguardar para ver”, segundo Vitor Domingues dos Santos.

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