O presidente executivo da EDP, António Mexia, qualifica como normais as interações da empresa com sucessivos governos, garantindo que "a EDP nunca tomou o lugar do Estado, apesar de em alguns momentos o Estado ter tentado tomar o lugar da EDP".
"A EDP nunca tomou o lugar do Estado. Limitou-se a cumprir a lei, dando a todos os governos aquilo que lhe foi pedido e rejeitando aquilo que não tinha aceite", afirmou Mexia, depois de ter sido questionado pelo deputado Hugo Costa, do PS, sobre os vários diplomas para cuja elaboração a EDP contribuiu.
"Fala-se muito em contributos da EDP ao Governo. Mas quem é que os pede?", questionou Mexia, lembrando que em 2013 a empresa fez ao Executivo de Passos Coelho um conjunto de propostas para a sustentabilidade do sistema elétrico, a pedido do próprio Governo.
"Nós enviámos um draft com várias propostas na sequência de um pedido do Governo", acrescentou Mexia a propósito do pacote de medidas sugeridas ao Executivo entre 2012 e 2013.
Questionado pelo deputado Hugo Costa sobre se os vários casos de diplomas no sector elétrico que tiveram o contributo da EDP configura "um padrão" de influência da empresa, António Mexia desvalorizou.
O presidente executivo da EDP recordou as várias fases de privatização da empresa desde 1995 até 2012, para defender que a legislação do sector elétrico era do interesse do próprio Estado, já que este ainda era acionista da EDP. "O Estado estava a trabalhar com a sua própria empresa", comentou.
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O presidente executivo da EDP, António Mexia, qualifica como normais as interações da empresa com sucessivos governos, garantindo que "a EDP nunca tomou o lugar do Estado, apesar de em alguns momentos o Estado ter tentado tomar o lugar da EDP".
"A EDP nunca tomou o lugar do Estado. Limitou-se a cumprir a lei, dando a todos os governos aquilo que lhe foi pedido e rejeitando aquilo que não tinha aceite", afirmou Mexia, depois de ter sido questionado pelo deputado Hugo Costa, do PS, sobre os vários diplomas para cuja elaboração a EDP contribuiu.
"Fala-se muito em contributos da EDP ao Governo. Mas quem é que os pede?", questionou Mexia, lembrando que em 2013 a empresa fez ao Executivo de Passos Coelho um conjunto de propostas para a sustentabilidade do sistema elétrico, a pedido do próprio Governo.
"Nós enviámos um draft com várias propostas na sequência de um pedido do Governo", acrescentou Mexia a propósito do pacote de medidas sugeridas ao Executivo entre 2012 e 2013.
Questionado pelo deputado Hugo Costa sobre se os vários casos de diplomas no sector elétrico que tiveram o contributo da EDP configura "um padrão" de influência da empresa, António Mexia desvalorizou.
O presidente executivo da EDP recordou as várias fases de privatização da empresa desde 1995 até 2012, para defender que a legislação do sector elétrico era do interesse do próprio Estado, já que este ainda era acionista da EDP. "O Estado estava a trabalhar com a sua própria empresa", comentou.