PolíticaPCP contesta atraso na proposta de Estatuto Fiscal da Economia Social Ânia Ataíde 29 Março 2019, 18:18Numa pergunta destinada ao ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, entregue esta sexta-feira no Parlamento, o PCP sublinha que dois anos depois do grupo de trabalho ter concluído os trabalhos, ainda não foi apresentada nenhuma proposta. Cristina Bernardo O PCP questionou o Governo sobre as razões pelas quais ainda não foi apresentada a proposta de um Estatuto Fiscal da Economia Social, dois anos depois do grupo de trabalho criado para o efeito ter apresentado as suas conclusões.Numa pergunta destinada ao ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, entregue esta sexta-feira no Parlamento, os deputados comunistas Duarte Alves, Bruno Dias e Diana Ferreira justificam que o grupo de trabalho para estudar o estatuto fiscal do setor da economia social realizou a primeira reunião em dezembro de 2016 e concluiu os trabalhos em junho de 2017, quando remeteu o relatório ao Governo.“Passados quase dois anos, ainda não é conhecida a proposta do Governo para o Estatuto Fiscal da Economia Social. Num momento em que se aproxima o final da legislatura, e tendo em conta o tempo decorrido após a conclusão dos trabalhos do referido grupo, é com preocupação que se assiste à possibilidade de se perder uma oportunidade de avançar com medidas fiscais que poderiam representar um apoio e estímulo, que tantas vezes tem faltado, ao setor cooperativo e social”, referem.O PCP defendem que as medidas sugeridas pelo grupo de trabalho “resultariam em melhorias que estimulariam a constituição, atividade e desenvolvimento, em particular do setor cooperativo e social”. + Lidas+ Partilhadas IRS: Vai entregar nos primeiros dias? Pense duas vezes Cuidado com os erros no IRS: Podem custar-lhe até 22.500 euros João Vasconcelos esteve nas urgências do São José cinco dias antes de morrer Relações familiares no Governo de António Costa envolvem 50 pessoas e 20 famílias Nove rendimentos que não tem de declarar no IRS Horta Osório alerta para riscos na economia portuguesa IRS: Vai entregar nos primeiros dias? Pense duas vezes João Vasconcelos esteve nas urgências do São José cinco dias antes de morrer Cuidado com os erros no IRS: Podem custar-lhe até 22.500 euros Nove rendimentos que não tem de declarar no IRS Atestar o depósito vai ficar 5 euros mais caro que em janeiro IRS: Termina hoje o prazo para conferir deduções e reclamar
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PolíticaPCP contesta atraso na proposta de Estatuto Fiscal da Economia Social Ânia Ataíde 29 Março 2019, 18:18Numa pergunta destinada ao ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, entregue esta sexta-feira no Parlamento, o PCP sublinha que dois anos depois do grupo de trabalho ter concluído os trabalhos, ainda não foi apresentada nenhuma proposta. Cristina Bernardo O PCP questionou o Governo sobre as razões pelas quais ainda não foi apresentada a proposta de um Estatuto Fiscal da Economia Social, dois anos depois do grupo de trabalho criado para o efeito ter apresentado as suas conclusões.Numa pergunta destinada ao ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, entregue esta sexta-feira no Parlamento, os deputados comunistas Duarte Alves, Bruno Dias e Diana Ferreira justificam que o grupo de trabalho para estudar o estatuto fiscal do setor da economia social realizou a primeira reunião em dezembro de 2016 e concluiu os trabalhos em junho de 2017, quando remeteu o relatório ao Governo.“Passados quase dois anos, ainda não é conhecida a proposta do Governo para o Estatuto Fiscal da Economia Social. Num momento em que se aproxima o final da legislatura, e tendo em conta o tempo decorrido após a conclusão dos trabalhos do referido grupo, é com preocupação que se assiste à possibilidade de se perder uma oportunidade de avançar com medidas fiscais que poderiam representar um apoio e estímulo, que tantas vezes tem faltado, ao setor cooperativo e social”, referem.O PCP defendem que as medidas sugeridas pelo grupo de trabalho “resultariam em melhorias que estimulariam a constituição, atividade e desenvolvimento, em particular do setor cooperativo e social”. + Lidas+ Partilhadas IRS: Vai entregar nos primeiros dias? Pense duas vezes Cuidado com os erros no IRS: Podem custar-lhe até 22.500 euros João Vasconcelos esteve nas urgências do São José cinco dias antes de morrer Relações familiares no Governo de António Costa envolvem 50 pessoas e 20 famílias Nove rendimentos que não tem de declarar no IRS Horta Osório alerta para riscos na economia portuguesa IRS: Vai entregar nos primeiros dias? Pense duas vezes João Vasconcelos esteve nas urgências do São José cinco dias antes de morrer Cuidado com os erros no IRS: Podem custar-lhe até 22.500 euros Nove rendimentos que não tem de declarar no IRS Atestar o depósito vai ficar 5 euros mais caro que em janeiro IRS: Termina hoje o prazo para conferir deduções e reclamar