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Catarina Marcelino, que falava num encontro promovido pelo Speak, um projecto de integração de migrantes criado em Leiria, referiu que, dos 24 refugiados que chegam a Portugal na próxima quinta-feira, 14 estão na Grécia e dez na Itália.
A governante salientou que a integração será feita a vários níveis, com especial atenção para a "saúde, educação, habitação e emprego". "Tentamos que a resposta seja o mais abrangente possível. Por isso, os protocolos que assinámos foram no sentido de encontrar instituições que possam disponibilizar várias coisas, como habitação, roupa, comida, emprego e capacidade de acompanhamento das famílias".
Leia Também Portugal recebe primeiro grupo de refugiados ao abrigo de programa de relocalização
Catarina Marcelino adiantou que é nesse sentido que as famílias vão ser integradas por instituições como as misericórdias, que "têm um pacote integrado para oferecer: creche, alojamento e podem criar emprego nas suas valências".
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A responsável política referiu ainda que o grupo de trabalho que foi constituído para acompanhar estes migrantes tem todo o mecanismo organizado. "Todas as entidades da administração pública estão preparadas. Também é importante recebermos um grupo pequeno, para testarmos o modelo e poder fazer alguns ajustes, se for necessário", afirmou.
Segundo a governante, a língua poderá ser uma barreira e, por isso, "o Alto Comissariado para as Migrações vai organizar um curso de aprendizagem da Língua Portuguesa".
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"Não vêm de situações de exclusão social. Há pessoas altamente qualificadas, que estão a fugir de uma situação de conflito. O grande objectivo é que sejam vistas como pessoas que fazem parte de uma sociedade", explicou.
Leia Também Refugiados: Grécia rejeita críticas da União Europeia
O primeiro grupo de refugiados, composto por 24 pessoas, chega a Lisboa na próxima quinta-feira, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).
Em comunicado, o MAI adianta que os 24 refugiados são da Eritreia, Sudão, Iraque, Síria e Tunísia e têm estado provisoriamente a aguardar recolocação em centros de acolhimento da Grécia e de Itália.
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Os 24 refugiados fazem parte dos cerca de 4.500 que Portugal vai receber nos próximos dois anos ao abrigo do Programa de Relocalização de Refugiados na União Europeia.
Os refugiados vão ficar acolhidos nas cidades de Lisboa, Cacém, Torres Vedras (Lisboa), Marinha Grande (Leiria), Penafiel (Porto) e Alfeizerão (Alcobaça), por troca de Vinhais (Bragança).
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Catarina Marcelino, que falava num encontro promovido pelo Speak, um projecto de integração de migrantes criado em Leiria, referiu que, dos 24 refugiados que chegam a Portugal na próxima quinta-feira, 14 estão na Grécia e dez na Itália.
A governante salientou que a integração será feita a vários níveis, com especial atenção para a "saúde, educação, habitação e emprego". "Tentamos que a resposta seja o mais abrangente possível. Por isso, os protocolos que assinámos foram no sentido de encontrar instituições que possam disponibilizar várias coisas, como habitação, roupa, comida, emprego e capacidade de acompanhamento das famílias".
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Catarina Marcelino adiantou que é nesse sentido que as famílias vão ser integradas por instituições como as misericórdias, que "têm um pacote integrado para oferecer: creche, alojamento e podem criar emprego nas suas valências".
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Segundo a governante, a língua poderá ser uma barreira e, por isso, "o Alto Comissariado para as Migrações vai organizar um curso de aprendizagem da Língua Portuguesa".
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"Não vêm de situações de exclusão social. Há pessoas altamente qualificadas, que estão a fugir de uma situação de conflito. O grande objectivo é que sejam vistas como pessoas que fazem parte de uma sociedade", explicou.
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O primeiro grupo de refugiados, composto por 24 pessoas, chega a Lisboa na próxima quinta-feira, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).
Em comunicado, o MAI adianta que os 24 refugiados são da Eritreia, Sudão, Iraque, Síria e Tunísia e têm estado provisoriamente a aguardar recolocação em centros de acolhimento da Grécia e de Itália.
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