Escândalo no MAI determinou saída do secretário de Estado

28-02-2017
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Foi o escândalo de corrupção no Ministério da Administração Interna (MAI), e não meras razões pessoais, que levou à saída de Fernando Alexandre, o secretário de Estado adjunto que se demitiu no início de Abril. O Correio da Manhã desta sexta-feira explica que o secretário de Estado é o único governante a ser arrolado pelo Ministério Público como testemunha na acusação.

O Correio da Manhã teve acesso à acusação e adianta que esta visa essencialmente João alberto Correia, ex-director-geral de infraestruturas e equipamentos do MAI, por um total de 69 crimes, 32 dos quais de corrupção passiva.

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O Correio da Manhã noticia que o ex-secretário de Estado foi ouvido pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e terá sido confrontado com o facto de ter permitido a actuação do ex-director geral quando já havia indícios de que este não seria de confiança, tendo mesmo sido retirados vários poderes de decisão.

Leia Também Ministério Público acusa 12 arguidos de corrupção em obras do Ministério da Administração Interna

Quando se demitiu, Fernando Alexandre alegou motivos pessoais. O Observador escreveu, na altura, que na base da decisão estaria uma incompatibilização com a ministra Anabela Rodrigues.

Foi o escândalo de corrupção no Ministério da Administração Interna (MAI), e não meras razões pessoais, que levou à saída de Fernando Alexandre, o secretário de Estado adjunto que se demitiu no início de Abril. O Correio da Manhã desta sexta-feira explica que o secretário de Estado é o único governante a ser arrolado pelo Ministério Público como testemunha na acusação.

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