Empresas familiares portuguesas são as segundas mais optimistas da Europa

12-04-2020
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As empresas familiares portuguesas são as segundas da Europa que estão mais optimistas e confiantes no sucesso do seu negócio e da economia nos próximos 12 meses.

A conclusão é do Barómetro Europeu de Empresas Familiares da consultora KPMG e foi apresentada esta quarta-feira em Serralves, no Porto, numa conferência realizada em parceria com o Expresso.

De acordo com este inquérito, o país mais optimista é a Irlanda, onde 91% das empresas familiares inquiridas disse estar confiante em relação aos seus negócios. Portugal surge logo a seguir, com 78% dos inquiridos a mostrar esse mesmo optimismo, e é seguido pela Holanda, com 67% de respostas muito positivas sobre o futuro.

Estes países revelam ainda um optimismo acima do total da Europa em que 62% das empresas familiares disse estar confiante ou muito confiante “de que os negócios vão correr bem”, disse na conferência o presidente da KPMG Portugal, Sikander Sattar.

Aliás, de acordo com o vice-presidente da KPMG Portugal, Vitor Ribeirinho, Portugal destaca-se da Europa noutras questões. Por exemplo, no total dos países inquiridos, 37% das empresas familiares reportaram um aumento da actividade internacional, mas em Portugal, esse aumento foi reportado por 45% das empresas familiares inquiridas. E no que respeita ao aumento do volume de negócios, na Europa, 59% indicaram um crescimento nos últimos 12 meses, mas em Portugal esse crescimento foi indicado por 70%.

De facto, durante os dois painéis de debate da conferência desta manhã, grande parte dos responsáveis das empresas familiares presentes confirmaram que 2018 foi um ano excepcional e que 2019, pelo menos até agora, está a seguir a mesma tendência.

“O inquérito apanhou uma onda de optimismo”, disse Isabel Furtado, CEO da Têxteis Manuel Gonçalves, presidente COTEC, e uma das participantes do primeiro painel de debate que contou ainda com Luís Magalhães, responsável da área fiscal da KPMG Portugal; Luís Parreirão, administrador da Mota Gestão e Participações (Mota-Engil) e Manuel Violas, presidente do grupo Violas.

O tema foi igualmente mencionado por Nuno Rangel, CEO da Rangel; Pedro Rosas, CEO da David Rosas; e Tomás Jervell, CEO do grupo Nors, estes já no segundo painel da conferência onde participou ainda Sofia Salgado Pinto, reitora da Católica Porto Business School.

Neste debate falou-se ainda da importância da inovação e da formação, que este inquérito também destaca como sendo uma das prioridades para as empresas familiares, principalmente em Portugal. E também dos desafios da sucessão dentro das empresas familiares.

Aliás, apesar de o Barómetro da KPMG mostrar positivismo na Europa, também reporta preocupações e a questão da sucessão é um deles. Mas há outros mais evidentes.

No total dos 1613 que foram inquiridos em 27 países da Europa - e onde Portugal participou pela primeira vez - uma das grandes preocupações das empresas familiares é a rentabilidade, mais precisamente de 62% das inquiridas. E Portugal surge novamente destacado, com 74% das empresas a confirmar essa preocupação.

Mostram-se ainda preocupadas com questões de captação de talento e com a possibilidade de alterações regulatórias que possam ter impacto na empresa. Dados que poderá ler com mais detalhe na edição impressa deste sábado do Expresso.

O presidente da Associação de Empresas Familiares, Peter Villax, que fez um balanço no final dos debates, e o secretário de Estado do Comércio, João Torres, que encerrou o encontro, referiram-se a estas questões e à necessidade de as empresas familiares se adaptarem às novas realidades de trabalho e da economia europeia e até mundial.

As empresas familiares portuguesas são as segundas da Europa que estão mais optimistas e confiantes no sucesso do seu negócio e da economia nos próximos 12 meses.

A conclusão é do Barómetro Europeu de Empresas Familiares da consultora KPMG e foi apresentada esta quarta-feira em Serralves, no Porto, numa conferência realizada em parceria com o Expresso.

De acordo com este inquérito, o país mais optimista é a Irlanda, onde 91% das empresas familiares inquiridas disse estar confiante em relação aos seus negócios. Portugal surge logo a seguir, com 78% dos inquiridos a mostrar esse mesmo optimismo, e é seguido pela Holanda, com 67% de respostas muito positivas sobre o futuro.

Estes países revelam ainda um optimismo acima do total da Europa em que 62% das empresas familiares disse estar confiante ou muito confiante “de que os negócios vão correr bem”, disse na conferência o presidente da KPMG Portugal, Sikander Sattar.

Aliás, de acordo com o vice-presidente da KPMG Portugal, Vitor Ribeirinho, Portugal destaca-se da Europa noutras questões. Por exemplo, no total dos países inquiridos, 37% das empresas familiares reportaram um aumento da actividade internacional, mas em Portugal, esse aumento foi reportado por 45% das empresas familiares inquiridas. E no que respeita ao aumento do volume de negócios, na Europa, 59% indicaram um crescimento nos últimos 12 meses, mas em Portugal esse crescimento foi indicado por 70%.

De facto, durante os dois painéis de debate da conferência desta manhã, grande parte dos responsáveis das empresas familiares presentes confirmaram que 2018 foi um ano excepcional e que 2019, pelo menos até agora, está a seguir a mesma tendência.

“O inquérito apanhou uma onda de optimismo”, disse Isabel Furtado, CEO da Têxteis Manuel Gonçalves, presidente COTEC, e uma das participantes do primeiro painel de debate que contou ainda com Luís Magalhães, responsável da área fiscal da KPMG Portugal; Luís Parreirão, administrador da Mota Gestão e Participações (Mota-Engil) e Manuel Violas, presidente do grupo Violas.

O tema foi igualmente mencionado por Nuno Rangel, CEO da Rangel; Pedro Rosas, CEO da David Rosas; e Tomás Jervell, CEO do grupo Nors, estes já no segundo painel da conferência onde participou ainda Sofia Salgado Pinto, reitora da Católica Porto Business School.

Neste debate falou-se ainda da importância da inovação e da formação, que este inquérito também destaca como sendo uma das prioridades para as empresas familiares, principalmente em Portugal. E também dos desafios da sucessão dentro das empresas familiares.

Aliás, apesar de o Barómetro da KPMG mostrar positivismo na Europa, também reporta preocupações e a questão da sucessão é um deles. Mas há outros mais evidentes.

No total dos 1613 que foram inquiridos em 27 países da Europa - e onde Portugal participou pela primeira vez - uma das grandes preocupações das empresas familiares é a rentabilidade, mais precisamente de 62% das inquiridas. E Portugal surge novamente destacado, com 74% das empresas a confirmar essa preocupação.

Mostram-se ainda preocupadas com questões de captação de talento e com a possibilidade de alterações regulatórias que possam ter impacto na empresa. Dados que poderá ler com mais detalhe na edição impressa deste sábado do Expresso.

O presidente da Associação de Empresas Familiares, Peter Villax, que fez um balanço no final dos debates, e o secretário de Estado do Comércio, João Torres, que encerrou o encontro, referiram-se a estas questões e à necessidade de as empresas familiares se adaptarem às novas realidades de trabalho e da economia europeia e até mundial.

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