O chefe de Governo avança que a tutela está preparada para arrancar o próximo ano letivo com aulas dentro das escolas, fora ou combinando o ensino presencial e à distância, por razões de cumprimento de regras de saúde pública.
António Costa revelou, esta terça-feira, que o Governo “está pronto para jogar” em todas as condições”. “Depois do treino que fizemos este ano letivo, estamos preparados para desempenhar ainda melhor o próximo.”
Aos alunos, o primeiro-ministro deixa uma mensagem de tranquilidade, advertindo que os exames são apenas um elemento de avaliação de conhecimentos. Aos estudantes que vão prestar provas desejou boa sorte, e boas férias aos que entram agora de férias e regressarão, possivelmente, às salas de aula em setembro.
A intenção do Governo é, contudo, arrancar o ano letivo de 2020-2021 com aulas presenciais, garantiu António Costa, após a assinatura de um protocolo, numa escola em Odivelas, para remover amianto dos estabelecimentos de ensino, um problema de risco de saúde pública já identificado há vários anos.
O chefe do Governo afirma que a escola digital foi muito importante mas “nada substitui o ensino presencial”, daí que o primeiro grande objetivo seja a “recuperação do défice de aprendizagem”. A recuperação é importante, segundo António Costa, para provar que “esta geração que não só não perdeu o ano, como não perdeu a oportunidade de aprender”.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já avançou que o ano letivo arrancará entre 14 e 17 de setembro.
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O chefe de Governo avança que a tutela está preparada para arrancar o próximo ano letivo com aulas dentro das escolas, fora ou combinando o ensino presencial e à distância, por razões de cumprimento de regras de saúde pública.
António Costa revelou, esta terça-feira, que o Governo “está pronto para jogar” em todas as condições”. “Depois do treino que fizemos este ano letivo, estamos preparados para desempenhar ainda melhor o próximo.”
Aos alunos, o primeiro-ministro deixa uma mensagem de tranquilidade, advertindo que os exames são apenas um elemento de avaliação de conhecimentos. Aos estudantes que vão prestar provas desejou boa sorte, e boas férias aos que entram agora de férias e regressarão, possivelmente, às salas de aula em setembro.
A intenção do Governo é, contudo, arrancar o ano letivo de 2020-2021 com aulas presenciais, garantiu António Costa, após a assinatura de um protocolo, numa escola em Odivelas, para remover amianto dos estabelecimentos de ensino, um problema de risco de saúde pública já identificado há vários anos.
O chefe do Governo afirma que a escola digital foi muito importante mas “nada substitui o ensino presencial”, daí que o primeiro grande objetivo seja a “recuperação do défice de aprendizagem”. A recuperação é importante, segundo António Costa, para provar que “esta geração que não só não perdeu o ano, como não perdeu a oportunidade de aprender”.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já avançou que o ano letivo arrancará entre 14 e 17 de setembro.