Bitaites da Cy: Rumo ao equilíbrio

04-01-2020
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Quem me acompanha há mais tempo aqui pelo blog, já saberá, provavelmente, que tenho tido alguns contratempos ao longo dos últimos anos. Maioritariamente, financeiros. Desde que saí da casa dos meus pais, a minha vida mudou radicalmente. Escolhi sair de casa deles quando estava a trabalhar em regime de trabalho temporário. Por outro lado, se estivesse à espera de melhorias nesse sentido, ainda hoje estaria em casa deles, porque estou, exactamente, onde estava há 5 anos (com entradas e saídas, mas fixa há 3 anos). Foi uma escolha que fiz, porque queria começar a minha vida com o meu filho ao lado do B. E não me arrependo. Mas confesso que não tem sido fácil. Todos os meses é uma ginástica orçamental para nos governarmos. Temos alturas melhores e piores. Numa das melhores, optámos por ter um filho. Engravidei. Perdi-o. A maior parte do ano passado, o B. esteve desempregado, a receber subsídio. Tem sido um remar contra a maré constantemente. A fazermos sábados e horas extra. Com o B. a aceitar biscates por fora. Este ano, ele arranjou um trabalho onde ganha melhor. E as coisas começam a equilibrar-se. Eu sou uma pessoa positiva, mas estar sempre a levar patadas da vida cansa de verdade. E parece que me sai um peso do peito quando as coisas se começam a compor. Como agora. Concorremos à Porta 65, um apoio à renda para jovens até aos 32 anos, em abril. Ontem, chegou a resposta. E a nossa candidatura foi aceite. Durante um ano, vamos ter direito a uma subvenção de 60% da renda. E é uma ajuda do caraças! Tenho mais novidades, mas ainda a marinar, pelo que vos contarei mais tarde, se vierem a concretizar-se, como esta.

Quem me acompanha há mais tempo aqui pelo blog, já saberá, provavelmente, que tenho tido alguns contratempos ao longo dos últimos anos. Maioritariamente, financeiros. Desde que saí da casa dos meus pais, a minha vida mudou radicalmente. Escolhi sair de casa deles quando estava a trabalhar em regime de trabalho temporário. Por outro lado, se estivesse à espera de melhorias nesse sentido, ainda hoje estaria em casa deles, porque estou, exactamente, onde estava há 5 anos (com entradas e saídas, mas fixa há 3 anos). Foi uma escolha que fiz, porque queria começar a minha vida com o meu filho ao lado do B. E não me arrependo. Mas confesso que não tem sido fácil. Todos os meses é uma ginástica orçamental para nos governarmos. Temos alturas melhores e piores. Numa das melhores, optámos por ter um filho. Engravidei. Perdi-o. A maior parte do ano passado, o B. esteve desempregado, a receber subsídio. Tem sido um remar contra a maré constantemente. A fazermos sábados e horas extra. Com o B. a aceitar biscates por fora. Este ano, ele arranjou um trabalho onde ganha melhor. E as coisas começam a equilibrar-se. Eu sou uma pessoa positiva, mas estar sempre a levar patadas da vida cansa de verdade. E parece que me sai um peso do peito quando as coisas se começam a compor. Como agora. Concorremos à Porta 65, um apoio à renda para jovens até aos 32 anos, em abril. Ontem, chegou a resposta. E a nossa candidatura foi aceite. Durante um ano, vamos ter direito a uma subvenção de 60% da renda. E é uma ajuda do caraças! Tenho mais novidades, mas ainda a marinar, pelo que vos contarei mais tarde, se vierem a concretizar-se, como esta.

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