Orçamento. PSD vai instaurar processos disciplinares a deputados da Madeira que não respeitaram disciplina de voto

29-01-2020
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Os três deputados do PSD-Madeira que se abstiveram na votação na generalidade do Orçamento do Estado, desrespeitando desse modo a disciplina de voto imposta pelo PSD, vão ser alvo de um processo disciplinar por parte do partido.

A informação foi revelada por uma dessas deputadas, Sara Madruga da Costa, que em entrevista ao “Diário de Notícias Madeira” afirmou já ter sido, assim como os restantes deputados (Sérgio Marques e Paulo Neves), informada da instauração dos processos. Os três vão ter de responder perante os órgãos nacionais do PSD.

Apesar das possíveis sanções, Sara Madruga da Costa afirmou na referida entrevista que, “se for preciso”, voltará a votar de forma diferente da restante bancada do partido. “Não é nada que me preocupe porque, para mim, acima do PSD está e sempre estará a Madeira. Se for preciso voltar a fazê-lo estou disposta a isso”, afirmou a deputada na entrevista.

PSD/M não está a “afrontar” o PSD nacional, garante secretário-geral

O secretário-geral do PSD/M, José Prada, já reagiu à notícia de que os deputados vão ser alvo de processos disciplinares. Ao “Diário de Notícias Madeira”, afirmou que “não existe aqui qualquer contradição ou afronta ao partido a nível nacional”. O que existe, referiu, “é uma posição em coerência com aquilo que são os nossos princípios e obrigações em defender sempre primeiro a Madeira, acima de quaisquer interesses políticos e/ou partidários, conforme temos vindo sempre a afirmar e a fazer”.

Para José Prada, os três deputados eleitos à Assembleia da República “demonstraram, mais uma vez, que aquilo que os move, nas funções que desempenham, é a defesa intransigente do interesse superior da nossa região e de todos os madeirenses”. Posição essa que, de resto, já tinham adotado antes e tencionam continuar a fazê-lo, “defendendo sempre e em primeiro lugar, sejam quais forem as circunstâncias, os interesses dos madeirenses e porto-santenses”.

Os três deputados do PSD-Madeira que se abstiveram na votação na generalidade do Orçamento do Estado, desrespeitando desse modo a disciplina de voto imposta pelo PSD, vão ser alvo de um processo disciplinar por parte do partido.

A informação foi revelada por uma dessas deputadas, Sara Madruga da Costa, que em entrevista ao “Diário de Notícias Madeira” afirmou já ter sido, assim como os restantes deputados (Sérgio Marques e Paulo Neves), informada da instauração dos processos. Os três vão ter de responder perante os órgãos nacionais do PSD.

Apesar das possíveis sanções, Sara Madruga da Costa afirmou na referida entrevista que, “se for preciso”, voltará a votar de forma diferente da restante bancada do partido. “Não é nada que me preocupe porque, para mim, acima do PSD está e sempre estará a Madeira. Se for preciso voltar a fazê-lo estou disposta a isso”, afirmou a deputada na entrevista.

PSD/M não está a “afrontar” o PSD nacional, garante secretário-geral

O secretário-geral do PSD/M, José Prada, já reagiu à notícia de que os deputados vão ser alvo de processos disciplinares. Ao “Diário de Notícias Madeira”, afirmou que “não existe aqui qualquer contradição ou afronta ao partido a nível nacional”. O que existe, referiu, “é uma posição em coerência com aquilo que são os nossos princípios e obrigações em defender sempre primeiro a Madeira, acima de quaisquer interesses políticos e/ou partidários, conforme temos vindo sempre a afirmar e a fazer”.

Para José Prada, os três deputados eleitos à Assembleia da República “demonstraram, mais uma vez, que aquilo que os move, nas funções que desempenham, é a defesa intransigente do interesse superior da nossa região e de todos os madeirenses”. Posição essa que, de resto, já tinham adotado antes e tencionam continuar a fazê-lo, “defendendo sempre e em primeiro lugar, sejam quais forem as circunstâncias, os interesses dos madeirenses e porto-santenses”.

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