“Não creio que Rui Rio queira ser complacente com o crime em Portugal”, diz Catarina Martins

04-09-2020
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Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, criticou esta sexta-feira os políticos “complacentes” com o crime no seguimento das recentes ameaças racistas de que foram alvo deputadas do seu partido e ativistas que lutam contra o flagelo.

A líder bloquista não hesitou em apontar a mira diretamente a Rui Rio, dizendo não crer “que o sr. Rui Rio queira ser complacente com o crime em Portugal”, remetendo para afirmações anteriores proferidas pelo presidente do PSD.

“Tenho reparado nos últimos tempos que houve responsáveis políticos que acharam que podiam ser complacentes com o crime ou normalizar o crime, não é o caso do Bloco de Esquerda”, começou por dizer Catarina Martins esta sexta-feira à saída de uma reunião com trabalhadores da Ryanair, no Porto.

Confrontada com a questão sobre quem seriam esses políticos complacentes, a bloquista afirmou que seriam “aqueles que acham que podem dialogar com forças que apelam ao ódio ou à violência ou que utilizam a intimidação como arma política”, dizendo que “isso fica claro em algumas declarações que foram ouvidas”, e remetendo diretamente para o PSD. “Julgo que haverá agora quem no PSD se arrependa do que tem vindo a dizer e a normalizar até agora”, criticou.

Questionada sobre se essa era uma crítica direta a Rui Rio, Catarina Martins disse que este “talvez não tivesse a perceção do que estava a acontecer quando fez outras afirmações no passado”. “Não estou em crer que o sr. Rui Rio queira ser complacente com o crime em Portugal”, rematou a esse propósito.

Apesar de nunca referir em concreto a que declarações se referia, as palavras de Catarina Martins surgem poucos dias depois de Rui Rio ter admitido “conversar” com o Chega caso o partido evoluísse no sentido de uma “posição mais moderada”, afirmação que foi alvo de críticas dentro do próprio partido, nomeadamente por parte da liderança do PSD Lisboa.

Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, criticou esta sexta-feira os políticos “complacentes” com o crime no seguimento das recentes ameaças racistas de que foram alvo deputadas do seu partido e ativistas que lutam contra o flagelo.

A líder bloquista não hesitou em apontar a mira diretamente a Rui Rio, dizendo não crer “que o sr. Rui Rio queira ser complacente com o crime em Portugal”, remetendo para afirmações anteriores proferidas pelo presidente do PSD.

“Tenho reparado nos últimos tempos que houve responsáveis políticos que acharam que podiam ser complacentes com o crime ou normalizar o crime, não é o caso do Bloco de Esquerda”, começou por dizer Catarina Martins esta sexta-feira à saída de uma reunião com trabalhadores da Ryanair, no Porto.

Confrontada com a questão sobre quem seriam esses políticos complacentes, a bloquista afirmou que seriam “aqueles que acham que podem dialogar com forças que apelam ao ódio ou à violência ou que utilizam a intimidação como arma política”, dizendo que “isso fica claro em algumas declarações que foram ouvidas”, e remetendo diretamente para o PSD. “Julgo que haverá agora quem no PSD se arrependa do que tem vindo a dizer e a normalizar até agora”, criticou.

Questionada sobre se essa era uma crítica direta a Rui Rio, Catarina Martins disse que este “talvez não tivesse a perceção do que estava a acontecer quando fez outras afirmações no passado”. “Não estou em crer que o sr. Rui Rio queira ser complacente com o crime em Portugal”, rematou a esse propósito.

Apesar de nunca referir em concreto a que declarações se referia, as palavras de Catarina Martins surgem poucos dias depois de Rui Rio ter admitido “conversar” com o Chega caso o partido evoluísse no sentido de uma “posição mais moderada”, afirmação que foi alvo de críticas dentro do próprio partido, nomeadamente por parte da liderança do PSD Lisboa.

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