Por Cascais24
06.07.2016
Entrou esta quarta-feira em funcionamento, ao quilómetro 7 da Autoestrada de Cascais (A5), no sentido Cascais Lisboa, o primeiro de 30 radares do novo Sistema Nacional de Controlo de
Velocidade (SINCRO) - um sistema para deteção automática da infração de excesso
de velocidade, que é composto por uma rede de locais de controlo de
velocidade criteriosamente selecionados. E só em três horas registou cerca de meia centena de infrações.
Funcionam sem a intervenção humana e quem
for detetado em excesso de velocidade pelos aparelhos não terá
hipótese de escapar à multa.
Este sistema, que estará a funcionar em pleno até janeiro do próximo ano, vai
contar com 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados
“extremamente críticos”, segundo o ministério da Aadministração Interna.
Segundo o secretário de Estado da
Administração Interna, Jorge Gomes, citado pela agência Lusa, os 30 radares de controlo
de velocidade não vão ser fixos, rodando, num sistema rotativo, nas 50
cabines, sendo a sua instalação aleatória.
A comunicação da informação dos radares é processada
através da aplicação Sistema de Gestão de Eventos de Trânsito (SIGET),
que fará o interface com o Sistema de Contraordenações de Trânsito
(SCoT), para a emissão das respetivas notificações aos condutores.
“Quando há uma infração, estes radares comunicam automaticamente para
a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, para o sistema SINCRO,
que emite de imediato o auto da contraordenação, com respetiva
fotografia da viatura e da matrícula e com o certificado de qualidade do
radar”, explicou o secretário de Estado da Administração Interna.
A rede nacional de radares tem um custo de 3,19 milhões
de euros, segundo a verba aprovada em fevereiro em Conselho de
Ministros.
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Por Cascais24
06.07.2016
Entrou esta quarta-feira em funcionamento, ao quilómetro 7 da Autoestrada de Cascais (A5), no sentido Cascais Lisboa, o primeiro de 30 radares do novo Sistema Nacional de Controlo de
Velocidade (SINCRO) - um sistema para deteção automática da infração de excesso
de velocidade, que é composto por uma rede de locais de controlo de
velocidade criteriosamente selecionados. E só em três horas registou cerca de meia centena de infrações.
Funcionam sem a intervenção humana e quem
for detetado em excesso de velocidade pelos aparelhos não terá
hipótese de escapar à multa.
Este sistema, que estará a funcionar em pleno até janeiro do próximo ano, vai
contar com 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados
“extremamente críticos”, segundo o ministério da Aadministração Interna.
Segundo o secretário de Estado da
Administração Interna, Jorge Gomes, citado pela agência Lusa, os 30 radares de controlo
de velocidade não vão ser fixos, rodando, num sistema rotativo, nas 50
cabines, sendo a sua instalação aleatória.
A comunicação da informação dos radares é processada
através da aplicação Sistema de Gestão de Eventos de Trânsito (SIGET),
que fará o interface com o Sistema de Contraordenações de Trânsito
(SCoT), para a emissão das respetivas notificações aos condutores.
“Quando há uma infração, estes radares comunicam automaticamente para
a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, para o sistema SINCRO,
que emite de imediato o auto da contraordenação, com respetiva
fotografia da viatura e da matrícula e com o certificado de qualidade do
radar”, explicou o secretário de Estado da Administração Interna.
A rede nacional de radares tem um custo de 3,19 milhões
de euros, segundo a verba aprovada em fevereiro em Conselho de
Ministros.