Alberto Machado, líder da Distrital do PSD do Porto, afirma que os autarcas de norte a sul do país têm sido confrontados com o aumento do número de pedidos de apoio alimentar por parte de famílias carenciadas que, no último mês, viram os seus rendimentos baixar devido a situações de desemprego ou lay-off. O deputado alerta que a pandemia originada pelo novo coronavírus está a provocar, para além da crise sanitária, uma crise económica e social “cuja dimensão é ainda difícil de avaliar, mas que já começa a dar sinais de preocupação”, sobretudo na população que vive no limiar do equilíbrio financeiro familiar.
“Apesar da diversa legislação que tem sido produzida e que tem contado com o apoio do PSD para minimizar os efeitos desta crise”, os deputados do PSD sustentam que há agregados familiares que atravessam já “grande dificuldade” no acesso a bens básicos.“ Infelizmente, a situação não é inédita, como se assistiu no auge da crise financeira e do resgate da troika, em que o Estado teve de acudir a muitas pessoas, através da distribuição de refeições”, refere Alberto Machado, lembrando que o Governo, então liderado pelo PSD, deu resposta aos agregados mais carenciados recorrendo a instituições da economia social e solidária, através de um protocolo com as “instituições sociais uma Rede Solidária de cantinas sociais”.
Para as famílias sem recursos para duas refeições diárias, o PSD propõe que se restabeleça uma 'Rede Solidária de cantinas sociais', mediante celebração de protocolo entre a Segurança Social e IPSS', que receberiam €2,5 por refeição.
O deputado refere que, na altura, as instituições sociais revelaram uma “enorme readaptação às novas exigências e necessidades sociais, mais flexíveis do que o Estado, conseguindo uma resposta mais adequada, rápida e de qualidade no auxílio à população”. A solicitação foi feita ao Governo através da bancada parlamentar à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. O PSD adianta que algumas das instituições de Solidariedade Social ainda têm protocolo em vigor, pedindo que seja celebrado um novo acordo com aquelas que já o cessaram, alargando a resposta a todo o território coberto pelas IPSS e centros sociais.
“Entendemos que é urgente dar ferramentas às instituições sociais, para que, em articulação com o Governo e com as autarquias, possam dar resposta à procura diária de apoio que têm tido, nomeadamente o apoio alimentar”, avança a Distrital do Porto, que defende a articulação no terreno através de Juntas de Freguesia.
A Distrital do PSD do Porto apela ainda ao Governo que entenda esta medida como prioritária face “à dramática situação de milhares de famílias”. “Com a rede social existente e com o know-how adquirido, é possível, em pouco tempo, fazer face a esta carência básica, garantindo às pessoas o acesso a refeições gratuitas”, sustenta o deputado e presidente da Junta de Freguesia de Paranhos, no Porto.
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Alberto Machado, líder da Distrital do PSD do Porto, afirma que os autarcas de norte a sul do país têm sido confrontados com o aumento do número de pedidos de apoio alimentar por parte de famílias carenciadas que, no último mês, viram os seus rendimentos baixar devido a situações de desemprego ou lay-off. O deputado alerta que a pandemia originada pelo novo coronavírus está a provocar, para além da crise sanitária, uma crise económica e social “cuja dimensão é ainda difícil de avaliar, mas que já começa a dar sinais de preocupação”, sobretudo na população que vive no limiar do equilíbrio financeiro familiar.
“Apesar da diversa legislação que tem sido produzida e que tem contado com o apoio do PSD para minimizar os efeitos desta crise”, os deputados do PSD sustentam que há agregados familiares que atravessam já “grande dificuldade” no acesso a bens básicos.“ Infelizmente, a situação não é inédita, como se assistiu no auge da crise financeira e do resgate da troika, em que o Estado teve de acudir a muitas pessoas, através da distribuição de refeições”, refere Alberto Machado, lembrando que o Governo, então liderado pelo PSD, deu resposta aos agregados mais carenciados recorrendo a instituições da economia social e solidária, através de um protocolo com as “instituições sociais uma Rede Solidária de cantinas sociais”.
Para as famílias sem recursos para duas refeições diárias, o PSD propõe que se restabeleça uma 'Rede Solidária de cantinas sociais', mediante celebração de protocolo entre a Segurança Social e IPSS', que receberiam €2,5 por refeição.
O deputado refere que, na altura, as instituições sociais revelaram uma “enorme readaptação às novas exigências e necessidades sociais, mais flexíveis do que o Estado, conseguindo uma resposta mais adequada, rápida e de qualidade no auxílio à população”. A solicitação foi feita ao Governo através da bancada parlamentar à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. O PSD adianta que algumas das instituições de Solidariedade Social ainda têm protocolo em vigor, pedindo que seja celebrado um novo acordo com aquelas que já o cessaram, alargando a resposta a todo o território coberto pelas IPSS e centros sociais.
“Entendemos que é urgente dar ferramentas às instituições sociais, para que, em articulação com o Governo e com as autarquias, possam dar resposta à procura diária de apoio que têm tido, nomeadamente o apoio alimentar”, avança a Distrital do Porto, que defende a articulação no terreno através de Juntas de Freguesia.
A Distrital do PSD do Porto apela ainda ao Governo que entenda esta medida como prioritária face “à dramática situação de milhares de famílias”. “Com a rede social existente e com o know-how adquirido, é possível, em pouco tempo, fazer face a esta carência básica, garantindo às pessoas o acesso a refeições gratuitas”, sustenta o deputado e presidente da Junta de Freguesia de Paranhos, no Porto.