Doces Desportivos: Está feito o XTerra…

01-09-2020
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Foi a experiência possível, mas que me deixou bem contente… O principal objectivo foi alcançado, cheguei ao fim com 3:44:40 (tinha apontado para as 3:30), o que foi bom.Experimentei uma das provas de triatlo com mais notoriedade a nível mundial, com um circuito europeu e mundial muito competitivo e que centra as atenções dos triatletas mais dotados para o off road (no ciclismo e na corrida). Este circuito é especialmente conhecido por ser duro, difícil em termos técnicos e que apresenta sempre tarefas super-desafiadoras para quem se presta à contenda.Se assim era de esperar, assim foi como o vi… foi das coisas mais difíceis que já fiz até hoje… e fui sempre em gestão de esforço.Os 1500 mts de natação foram num rio regelado, do qual estávamos protegidos com o fato isotérmico, excepto nas mãos e nos pés… De facto, aquecemos ao fim dos primeiros 300mts, mas a minha mão direita, não a consegui fechar em todo o percurso de natação… Desta vez optei por treinar a orientação dentro de água e não segui a “borbulhagem” de ninguém, logo, andei desorientado :) .O BTT tinha de tudo, sobe e desce constante, pedra solta (a subir e a descer), paredes, lama, single track rápidos, outros muito rápidos, e outros muito técnicos… Apeei algumas vezes, ou porque foi essa a opção (e acho que fiz boas opções a esse nível) ou porque a corrente teimava em encravar quando estava na pedaleira pequena. Parei para a limpar e na segunda volta a coisa lá melhorou. Era o segmento que mais respeito me metia (sou BTTista há menos de 2 anos e pouco experiente) … e já no single final, o mais rápido, respirei fundo, procurei curtir ao máximo e … tombo, bem valente. Fui contra uma casa em ruínas que estava lá no meio e voltei para o meio do single (acho que tive bastante sorte)… ficaram como marcas escoriações junto ao joelho direito e a coxa com sangue pisado do embate no volante… 1 min. foi quanto terei demorado a perceber que estava tudo bem e voltei para a prova.A corrida, na minha cabeça era para fazer à velocidade que me fosse possível… A intenção era levar-me até ao final. Assim foi, mas nunca pensei que me custasse tanto. Era o sobe escada, salta tronco, vai pela lama… e para acabar, 4km na praia… No meio disto tudo, o gel que tinha ingerido entre as 2 voltas de BTT andou às voltas no meu estômago e estava a ver que saltava cá para fora…Acabei… e ainda estive ali 30 min. para me sentir capaz de fazer qualquer coisa que não continuar a caminhar par me sentir vivo. Foi uma experiência que ainda bem que tive… e vamos ver se é para repetir. Para já, vou dar prioridade à bicicleta de estrada… e quando voltar a pegar na minha de BTT, tenho a certeza que será para fazer qualquer coisa bem mais fácil do que o que fiz no passado Sábado…NOTA FINAL 1: Fui na companhia dos meus colegas do AASM (Mário e Emanuel), com quem é fácil passarmos uma tarde de facetas sempre interessantes… O Emanuel tem um percurso de vida interessantíssimo, muito ligado ao desporto e acabou em 2º do seu Age-group (45-49), com o correspondente acesso à final em Maui (Havai)… Fiquei contentíssimo…NOTA FINAL 2: Tive o prazer de conhecer alguns triatletas bloggers do sul: o Sica, o Sedi e o Pedro Pinheiro, cujos blogs sigo religiosamente e que também vou conhecendo do Fórum do Tri-Oeste… Para além disso voltei a conviver com o Paulo Neves (que desta vez ficou mesmo à minha frente… 4 min, mas na posição imediatamente à minha frente) e outra malta do CVP e não só.Abraço para todos.


Foi a experiência possível, mas que me deixou bem contente… O principal objectivo foi alcançado, cheguei ao fim com 3:44:40 (tinha apontado para as 3:30), o que foi bom.Experimentei uma das provas de triatlo com mais notoriedade a nível mundial, com um circuito europeu e mundial muito competitivo e que centra as atenções dos triatletas mais dotados para o off road (no ciclismo e na corrida). Este circuito é especialmente conhecido por ser duro, difícil em termos técnicos e que apresenta sempre tarefas super-desafiadoras para quem se presta à contenda.Se assim era de esperar, assim foi como o vi… foi das coisas mais difíceis que já fiz até hoje… e fui sempre em gestão de esforço.Os 1500 mts de natação foram num rio regelado, do qual estávamos protegidos com o fato isotérmico, excepto nas mãos e nos pés… De facto, aquecemos ao fim dos primeiros 300mts, mas a minha mão direita, não a consegui fechar em todo o percurso de natação… Desta vez optei por treinar a orientação dentro de água e não segui a “borbulhagem” de ninguém, logo, andei desorientado :) .O BTT tinha de tudo, sobe e desce constante, pedra solta (a subir e a descer), paredes, lama, single track rápidos, outros muito rápidos, e outros muito técnicos… Apeei algumas vezes, ou porque foi essa a opção (e acho que fiz boas opções a esse nível) ou porque a corrente teimava em encravar quando estava na pedaleira pequena. Parei para a limpar e na segunda volta a coisa lá melhorou. Era o segmento que mais respeito me metia (sou BTTista há menos de 2 anos e pouco experiente) … e já no single final, o mais rápido, respirei fundo, procurei curtir ao máximo e … tombo, bem valente. Fui contra uma casa em ruínas que estava lá no meio e voltei para o meio do single (acho que tive bastante sorte)… ficaram como marcas escoriações junto ao joelho direito e a coxa com sangue pisado do embate no volante… 1 min. foi quanto terei demorado a perceber que estava tudo bem e voltei para a prova.A corrida, na minha cabeça era para fazer à velocidade que me fosse possível… A intenção era levar-me até ao final. Assim foi, mas nunca pensei que me custasse tanto. Era o sobe escada, salta tronco, vai pela lama… e para acabar, 4km na praia… No meio disto tudo, o gel que tinha ingerido entre as 2 voltas de BTT andou às voltas no meu estômago e estava a ver que saltava cá para fora…Acabei… e ainda estive ali 30 min. para me sentir capaz de fazer qualquer coisa que não continuar a caminhar par me sentir vivo. Foi uma experiência que ainda bem que tive… e vamos ver se é para repetir. Para já, vou dar prioridade à bicicleta de estrada… e quando voltar a pegar na minha de BTT, tenho a certeza que será para fazer qualquer coisa bem mais fácil do que o que fiz no passado Sábado…NOTA FINAL 1: Fui na companhia dos meus colegas do AASM (Mário e Emanuel), com quem é fácil passarmos uma tarde de facetas sempre interessantes… O Emanuel tem um percurso de vida interessantíssimo, muito ligado ao desporto e acabou em 2º do seu Age-group (45-49), com o correspondente acesso à final em Maui (Havai)… Fiquei contentíssimo…NOTA FINAL 2: Tive o prazer de conhecer alguns triatletas bloggers do sul: o Sica, o Sedi e o Pedro Pinheiro, cujos blogs sigo religiosamente e que também vou conhecendo do Fórum do Tri-Oeste… Para além disso voltei a conviver com o Paulo Neves (que desta vez ficou mesmo à minha frente… 4 min, mas na posição imediatamente à minha frente) e outra malta do CVP e não só.Abraço para todos.

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