Nos primeiros seis meses do ano os portugueses apresentaram 82 mil queixas no Livro de Reclamações Eletrónico (LRE), o que representa uma subida de 171% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao Jornal de Negócios, João Torres, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, diz que os números “refletem o confinamento a que a sociedade foi sujeita” devido à pandemia de covid-19.
O responsável político admite que a pandemia “provavelmente” trouxe muitas das novas reclamações, até porque o livro de reclamações físico ficou “altamente condicionado”, devido ao encerramento de muitos estabelecimentos.
O setor das comunicações eletrónicas é o que mais queixas digitais motivou em 2020 - cerca de 40 mil, segundo a Anacom - algo que João Torres diz ser “compreensível”, dado que praticamente todas as famílias têm “um ou mais serviços contratados.” A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) surgem logo atrás na lista. O Banco de Portugal aparece no 4.º lugar, com cerca de 4.300 queixas, apesar de só ter LRE desde julho de 2019.
O LRE foi implementado em 2017 e inclui mais de 311 mil operadores económicos e 32 entidades reguladoras. Desde o ano passado que é obrigatório em todas as empresas sob a fiscalização da ASAE, nomeadamente o comércio, serviços e restauração.
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Nos primeiros seis meses do ano os portugueses apresentaram 82 mil queixas no Livro de Reclamações Eletrónico (LRE), o que representa uma subida de 171% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao Jornal de Negócios, João Torres, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, diz que os números “refletem o confinamento a que a sociedade foi sujeita” devido à pandemia de covid-19.
O responsável político admite que a pandemia “provavelmente” trouxe muitas das novas reclamações, até porque o livro de reclamações físico ficou “altamente condicionado”, devido ao encerramento de muitos estabelecimentos.
O setor das comunicações eletrónicas é o que mais queixas digitais motivou em 2020 - cerca de 40 mil, segundo a Anacom - algo que João Torres diz ser “compreensível”, dado que praticamente todas as famílias têm “um ou mais serviços contratados.” A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) surgem logo atrás na lista. O Banco de Portugal aparece no 4.º lugar, com cerca de 4.300 queixas, apesar de só ter LRE desde julho de 2019.
O LRE foi implementado em 2017 e inclui mais de 311 mil operadores económicos e 32 entidades reguladoras. Desde o ano passado que é obrigatório em todas as empresas sob a fiscalização da ASAE, nomeadamente o comércio, serviços e restauração.