Festa de teatro

13-07-2000
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«Vão para o Céu», com Paulo Costa e Paulo Moura Lopes

O programa do festival contempla peças de teatro, animações de rua, teatro escolar, uma feira do livro do teatro, um café-teatro, uma exposição de fotografias e um jornal mural. «Esta diversidade cultural da programação visa fazer com que o festival agrade a todos os gostos e sensibilidades e consiga chegar aos que habitualmente não vão ao teatro», justifica José Leitão.

Na décima oitava edição do festival, que, de há seis anos a esta parte, deixou de ter o estatuto de amador, estarão presentes 28 companhias de teatro profissional - incluindo três estrangeiras, oriundas de Cabo Verde, República Checa e Espanha - que interpretarão 37 peças diferentes. A peça Vão para o Céu, de Paul Aster, que é uma encomenda especial para o festival, surge como a primeira produção do Teatro Art'Imagem e será apresentada diariamente. É encenada por Paulo Castro, que também é intérprete em parceria com Paulo Moura Lopes. O programa do Fazer a Festa inclui mais sete obras teatrais inéditas: Os Dois Corcundinhas, pelo Grupo Comédias de Lisboa; Trip, por Tó Maia e Paulina Almeida, do Porto; Fazer a Festa, Pelo Grupo Rosto, do Porto; Fogo – Paixões, pelo Teatro do Morcego, de Coimbra; Alves & Cª, pelo Teatro O Nariz, de Leiria; A Bela e o Monstro, pelo Teatro Ao Largo, do Alentejo; e a A Próxima, pelo Teatro Art'Imagem. O grupo galego Chévere apresenta A Rotina É o Dever de Todas as Criaturas, da República Checa vem Cândido, o Optimista, e de Cabo Verde chega Mal d'Amor, peça encenada pelo Grupo de Teatro do Centro Cultural Português no Mindelo, que encerrará o certame.

Os grupos O Bando, A Barraca e Comuna, todos de Lisboa, são os cabeças de cartaz de um festival que José Leitão prevê possa chegar aos 12 mil espectadores. Na última edição, o Fazer a Festa chegou aos dez mil espectadores, mas o preço dos bilhetes era o dobro do que foi fixado para este ano: 500 escudos. Por estarem reunidas todas as condições para um bom festival, José Leitão só teme que a chuva apareça e estrague os espectáculos.

Integrada no Festival, decorrerá a 6ª Mostra de Teatro das Escolas que contará com a participação de 16 grupos de estabelecimentos de ensino, na sua maioria da região Norte do país.

Nesta mostra do talento dos mais jovens para a representação dramática, estará também presente uma escola oriunda de Bristol, Inglaterra.

N.S.

«Vão para o Céu», com Paulo Costa e Paulo Moura Lopes

O programa do festival contempla peças de teatro, animações de rua, teatro escolar, uma feira do livro do teatro, um café-teatro, uma exposição de fotografias e um jornal mural. «Esta diversidade cultural da programação visa fazer com que o festival agrade a todos os gostos e sensibilidades e consiga chegar aos que habitualmente não vão ao teatro», justifica José Leitão.

Na décima oitava edição do festival, que, de há seis anos a esta parte, deixou de ter o estatuto de amador, estarão presentes 28 companhias de teatro profissional - incluindo três estrangeiras, oriundas de Cabo Verde, República Checa e Espanha - que interpretarão 37 peças diferentes. A peça Vão para o Céu, de Paul Aster, que é uma encomenda especial para o festival, surge como a primeira produção do Teatro Art'Imagem e será apresentada diariamente. É encenada por Paulo Castro, que também é intérprete em parceria com Paulo Moura Lopes. O programa do Fazer a Festa inclui mais sete obras teatrais inéditas: Os Dois Corcundinhas, pelo Grupo Comédias de Lisboa; Trip, por Tó Maia e Paulina Almeida, do Porto; Fazer a Festa, Pelo Grupo Rosto, do Porto; Fogo – Paixões, pelo Teatro do Morcego, de Coimbra; Alves & Cª, pelo Teatro O Nariz, de Leiria; A Bela e o Monstro, pelo Teatro Ao Largo, do Alentejo; e a A Próxima, pelo Teatro Art'Imagem. O grupo galego Chévere apresenta A Rotina É o Dever de Todas as Criaturas, da República Checa vem Cândido, o Optimista, e de Cabo Verde chega Mal d'Amor, peça encenada pelo Grupo de Teatro do Centro Cultural Português no Mindelo, que encerrará o certame.

Os grupos O Bando, A Barraca e Comuna, todos de Lisboa, são os cabeças de cartaz de um festival que José Leitão prevê possa chegar aos 12 mil espectadores. Na última edição, o Fazer a Festa chegou aos dez mil espectadores, mas o preço dos bilhetes era o dobro do que foi fixado para este ano: 500 escudos. Por estarem reunidas todas as condições para um bom festival, José Leitão só teme que a chuva apareça e estrague os espectáculos.

Integrada no Festival, decorrerá a 6ª Mostra de Teatro das Escolas que contará com a participação de 16 grupos de estabelecimentos de ensino, na sua maioria da região Norte do país.

Nesta mostra do talento dos mais jovens para a representação dramática, estará também presente uma escola oriunda de Bristol, Inglaterra.

N.S.

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