11 Maio 2001 às 14:43
AAH...Aah...aah....UII...UIi...uui....HUM...HUm...hum....PRRR...PRRr...PRrr...uii...uiii.....trr....trrr...pooh....pooh...brrum...brrrum.....aah....aah!Advinhem?Resposta hoje à noite!
11 Maio 2001 às 14:29
O TROMBONE (25 de Abril do Século XXI) ( www.geocities.com/sssantiagooo )
()
A esse tal que se assina "procurador da Républica", vá mas é tratar da sua malfadada 3ª républica que é para isso que lhe pagamos. Em termos de lixeira intelectual veio ao sítio errado para exercer a sua arrogância triste.
1)O Estado está uma lixeira intelectual e moral que tem de ser limpa porque cheira mesmo muito mal
2) A justiça idem aspas
3) O Partido do Poder está uma lixeira intelectual, moral, politica e familiar, ainda por cima padreco-fascizóide que dá dó e metre nojo
.
Além disso os tempos da censura explícita já acabaram sua pileca castrada pidosesca de 2ª classe. Agora a censura é mais subtil, e em vez de prisão, ameaça-se o jornalista com o despedimento e ostracismo do grande grupo de media que é dono de uma grande parte das publicações e canais.
.
Vá perguntar ao Dr. Soares como ele fez para ter uma posição cativa nos media, através da PT. Uma coisa é certa, aprendeu bem a lição com o seu aliado Berlusconi!
11 Maio 2001 às 14:20
Opinião-
Leviandades Jornalísticas
Luanda, 11/05 - O "Jornal de Angola" dá a estampa na sua edição de hoje um artigo de opinião sob o título "Leviandades Jornalísticas", assinado por Rui Tristão, reagindo "à forma vergonhosa como a maior parte da imprensa portuguesa (e os órgãos locais que dela são um reflexo)" trataram os graves acontecimentos ocorridos no último fim-de-semana, em Caxito (Província do Bengo) sobre o ataque do grupo terrorista angolano. Eis a íntegra: "Na última edição desta coluna referímo-nos à forma vergonhosa como a maior parte da imprensa portuguesa (e os órgãos locais que dela são um reflexo) atenua e branqueia os crimes dos bandos armados de Jonas Savimbi, dando mais ênfase à suposta audácia e capacidade militar por eles demonstrada do que propriamente aos efeitos dos seus actos.
Acções que essa mesma imprensa não teria pejo em caracterizar como "massacre", "chacina" ou "terrorismo", se cometidos noutras paragens ou por outros autores, são transformados por um passe de mágica em grande e arriscados feitos guerreiros, reveladores de um poderio e de uma organização capaz de manter em respeito um bando de militares que combate "sem honra nem glória" (expressão recente do Folha 8 sobre o Exército nacional.)
O último ataque a Caxito, onde foram friamente assassinados cerca de duzentos civis e raptados cerca de seis dezenas de jovens órfãos, com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos, não fugiu a essa regra dourada de quem se empenha em deturpar a realidade a favor de inconfessados desígnios desestabilizadores.
Veja-se, por exemplo, a forma como o jornalista angolano Reginaldo Silva, correspondente de um diário português e colaborador do Folha 8 (onde assina indistintamente com os nomes de Telmo Augusto ou Wilson Dada), se referiu à mais recente acção banditesca dos homens de Jonas Savimbi em Caxito: "espectacular acção de guerrilha", "uma das mais bem sucedidas acções militares desde o recomeço da guerra, em Dezembro de 1988" e "o primeiro ataque desferido contra uma capital provincial praticamente às portas de Luanda" (Público, 8/5/01/). Só não faltou aplaudir porque esta linguagem, de certa forma, já constitui um aplauso...
Ficámos sem saber o que é que o jornalista laureado com o máximo galardão da classe em Angola, o Prémio Maboque de Jornalismo, consideraria então uma "acção militar" realmente conseguida & 8211; um ataque aos subúrbios de Luanda com milhares de mortos? O ataque à maternidade da capital com a eliminação das parturientes e o rapto de centenas de bebés?
Seria interessante que ele nos elucidasse num dos seus próximos textos, ele que até considera que os "destinos de Angola são bastante trágicos para a maioria dos angolanos, que muito dificilmente encontram motivos de orgulho no facto de terem nascido por estas desgraçadas bandas" (Folha 8, 5/5/01). Será que depois de uma tão "espectacular acção de guerrilha" já podemos começar a ter mais motivos para estar orgulhosos?
E como é que o mesmo jornalista intitula o seu artigo para o Público dois dias depois? Nem precisavam de ser bruxos para o descobrir - "Eduardo dos Santos rejeita cessar-fogo em Angola"! quer dizer : Jonas Savimbi responde ao apelo do Presidente da República para que este precise de que forma quer concluir o processo de paz com uma chacina e o rapto de crianças e o que é posto em destaque é que o Presidente não quer acabar com a guerra. Assim, desta forma grosseiramente subtil, se faz o jornalismo que se pretende isento, objectivo e independente.
Esperamos agora para ver como é que os nossos pacifistas militantes, espalhados por todo os órgãos de imprensa isento, objectivos e independentes, vão tratar tão delicada matéria que até levou a própria direcção dos bandos armados a descoser-se em desculpas e em promessas de um "inquérito rigoroso" para pretensamente apurar por que é que os seus homens no terreno se portaram tão mal, pois estes, segundo o autoproclamado chefe do Estado Maior General das FALA, Geraldo "Kamorteiro" Abreu, tinham apenas por objectivo "dispersar as populações concentradas pelo MPLA em lugares estratégicos, para fins eleitorais".
O que lhe vale é que ainda há jornalistas e jornais mais papistas do que o próprio Papa, que consideram mesmo assim que a operação foi uma "espectacular acção de guerrilha (.) praticamente às portas de Luanda" e "uma das mais bem sucedidas acções militares desde o recomeço da guerra, em Dezembro de 1988".
11 Maio 2001 às 13:03
Vamos combater o Racismo!!! ( joao.tilly@netvisao.pt )
.
É uma pouca vergonha e uma descriminação racial o permitir que sejam só os negros a destruírem os hipermercados em Telheiras e no Colombo!
.
Os mulatos também têm direitos!!
.
Vamos acabar com a descriminação étnica de permitir que só os ciganos é que possam vender droga à porta das Escolas!
.
Os Timorenses e os Cabo Verdianos também têm direitos!
.
E porque é que só os filhos dos ministros têm acesso à cocaína pura, sem mixórdia, da Colombia?
.
Os filhos dos banqueiros e dos Industriais também são gente!
.
Há muita criança-Bem a colocar a própria vida em perigo por ter que consumir a droga marada da Espanha.
.
Abaixo a xenofobia!
11 Maio 2001 às 12:04
PATRIOTA
Tenho uma amiga que é funcionária pública há quase três décadas. Aquando da sua admissão possuía como habilitações académicas o grau de becharel.
Há 30 anos que permanece na carreira administrativa e só ums vez foi promovida. É cumpridora, inteligente, eficiente, simpática, prestável e sobretudo sabe ser amiga, mesmo para as colegas , pois acima de tudo é uma pessoa educada e bem formada.
Licenciou-se o ano transacto. Fez 18 cadeiras com grande sucesso.
Mas, alguém, no Ministério da Economia embirra com ela. De facto, ela não é uma beleza, (desculpa-me se leres isto!) não é lambe botas, não tenta ultrapassar alguém, não tem nenhum amante influente...
Conheço algumas pessoas também funcionários públicos, que foram reclassificados pelo simples facto de concluirem o ensino superior. A ela respondem-lhe que pelo facto de não estar a desempenhar funções técnicas ( mas já as fez e durante alguns anos) não pode ser reclassificada.
Algures, no dito Ministério da Economia abriram concurso para a categoria de Assistente Administrativo Especialista. Ela concorreu. Não ficou uma vez mais no lugar que lhe pertencia. Deveria ter sido aprovada.
E sabem porque não foi?. Pelo livre arbitrio a que são votados os avisos de abertura de concurso. A senhora em questão nunca foi convidada a efectuar formação profissional. Daí não pontuar nessa matéria. Também em termos de classificação de serviço o aviso diz que são relevantes os anos de serviço no âmbito da dita carreira e categoria, mas não refere como habitualmente serem relevantes as classificações dos últimos três anos, o que ela tinha no seu processo individual sempre com a classificação de Muito Bom. Acontece que tiveram em consideração apenas os anos de 1998 e 1999, quando no processo como já referi ela tinha sido classificada no ano 2000 com Muito Bom. Como a classificação de 1997 não se encontrava no processo, consideraram apenas dois anos!!!.
Ou seja, continuo a dizer que os concursos na função pública são uma vergonha. Já, quem de direito, pensou em mudar este tipo de situações completamente aberrantes. Os dirigentes auto-propõem-se a formação profissional. Convidam os funcionários da sua cor política e ou com quem simpatizam para fazer todos os cursos de formação possíveis e imaginários, mesmo que esses cursos depois não venham a ser aplicados. Eu pergunto: quem tem de facto habilitações feita`s por sua conta e risco o Estado não os aproveita. Os dirigentes e os chefes dizem muitas vezes para justicar a sua imcopetência que não têm pessoal à altura... por isso se gasta milhares de contos com formação profissional. Mas o certo é que ninguém tenha a ousadia na Administração Pública de mostrar que é capaz, porque se o fizer arrica-se a ser colocado na prateleira sem que lhe seja dado qualquer tipo de trabalho.
Senhores responsáveis: a Administração Pública está às moscas. As tarefas estão mal distribuidas. Os recursos humanos estão mal aproveitados. É altura de pôr cobro a isto e de se fazer justiça.
Tenho dito muitas vezes à minha amiga para apresentar queiza às entidades competentes. Se fôr preciso vá para o Tribunal europeu e peça até a respectiva indeminização por todos os danos causados.
O concurso em causa ainda está em vigor e segundo dizem as alminhas que por lá trabalham os chefes de repartição são da pior espécie.
11 Maio 2001 às 11:27
PATRIOTA
Ah!Ah!Ah!... duas décadas...desculpem!
Claro, queria dizer dois séculos e ainda bem que é assim. Creio que não gostaria nada de ter vivido nessa época!
11 Maio 2001 às 11:27
PATRIOTA
Ah!Ah!Ah!... duas décadas...desculpem!
Claro, queria dizer dois séculos e ainda bem que assim. Creio que não gostaria nada de ter vivido nessa época!
11 Maio 2001 às 10:50
Para o filho do João Severino.
Leste com atenção o que ficou expresso por um dos comentadores sobre a condenação do teu papá?
Porta-te bem! O teu papá enfim... não há muito para dizer. Talvez que a mudança de ares não lhe tenha feito muito bem... quem sabe!?... mas o filhote tem obrigação de fazer melhor, não é? E não ponhas a mamã em constantes sobressaltos...
11 Maio 2001 às 10:38
PATRIOTA
Não sou racista fiquem descansados. Pelo contrário, trato toda a gente com respeito independemente de serem ou não portugueses. E, tenho perfeitamente a noção de que milhares de portugueses que não há muitos anos emigraram, eram geralmente grandes profissionais, mas não deixavam de ser tratados sem qualquer previlégio. Foi preciso lutar muito para que adquirissem alguns direitos.
Falo dos que emigraram para a Suiça, França e tantos outros países.
Os brasileiros (brancos) que falam tão mal dos portugueses no que respeita a questões ligadas aos descobrimentos tambem não vejo que tenham tantas razões para contestar uma vez que ainda por lá se mantêm... Quem tem razão são os Indios e parece-me que afinal os branquinhos dos brasileiros ao fim de duas décadas já passadas desde o famoso grito do Ipiranga continuam a não tratar os Indios com o respeito que efectivamente merecem.Em suma, não se vislumbra grandes alterações nessa matéria.
O que me irrita é estarem constantemente a dizer mal dos portugueses. É evidente que nem tudo está bem. Mas está seguramente melhor do que há cinco décadas.
Mas quem são os responsáveis por esta situação? Somos todos nós. Possivelmente gostamos de viver como vivemos. E o que é certo é que vemos milhares se estrangeiros a querer ficar permanentemente a viver em Portugal. Ninguém lhes pode recusar esse direito. Alías a celebre frase " não sou nem ateniense nem grego só apenas um cidadão do mundo" é cada vez mais uma realidade.
A questão é outra: ou esses estrangeiros têm condições que lhes permitam viver em Portugal e se assim acontecer têm que cumprir regras como todos nós. E se não cumprem que seja devolvidos aos seus países.Era exactamente o que acontecia aos emigrantes portugueses quando não cumpriam.
Tanto eu como os meus filhos estamos fartos de ser assaltados.
Também essa história de estar sempre a defender o que é espanhol... chega! Deixem-nos em paz! coitados! Eles têm problemas gravissimos que todos infelizmente conhecemos e que urge ultrapassar Ao fim e ao cabo Portugal com tudo o que possa ter de negativo é um grande País. Não é por acaso que intelectuais do Brasil, Espanha, Inglaterre, Holanda, Alemanha, e de outros Países, elegem Portugal para viver. Vejam lá para os nosssos Montes Alentejanos, Algarve, Sintra, se o que digo não é verdade.
Agora também vos digo: nem sempre os comentários que os senhores pensam ser feitos por homens o são na realidade. OK?
11 Maio 2001 às 9:28
Um presente para o filho do João Severino. Siga o exemplo do teu pai e veja o que te aconteceras...
Severino condenado pela 5ª vez
O director do “Macau Hoje”, João Severino foi ontem condenado no Tribunal Judicial de Base de Macau por “crime de abuso de imprensa” num processo que lhe foi movido pelo tenente-coronel, Manuel Geraldes, ascendendo agora a cinco o número de condenações, duas das quais já transitadas em julgado
A sentença ontem lida pelo Tribunal, relativa a um texto publicado no “Macau Hoje”, considera que, quanto à primeira parte, não foi julgada ofensiva, apesar de ser exageradamente crítica. Já quanto à segunda parte do texto, o Tribunal deu como provado que ela era profundamente ofensiva para honra e consideração do assistente.
Não tendo sido dados como provados “danos patrimoniais” ao tenente-coronel Manuel Geraldes, e não tendo sido aplicada pena de prisão, nem penas assessórias, o arguido João Severino foi condenado a 130 dias de multa, a 100 patacas por dia, e a pagar uma indemnização ao tenente-coronel Manuel Geraldes, no valor de 12 mil patacas.
Esta sentença é a quinta condenação do director do “Macau Hoje” pelos tribunais locais: quatro por “crime de abuso de liberdade de imprensa” e uma por crime de desobediência qualificada. Em dois casos, as sentenças já transitaram em julgado e noutros dois a condenação em primeira instância foi objecto de recurso para a segunda instância. Quanto à sentença de ontem, só nos próximos dias se saberá se vai haver ou não recurso e por parte de quem.
O director do “Macau Hoje” tem, entretanto, já marcados novos julgamentos por “crimes de abuso de liberdade de imprensa”, um a 15 de Maio, relativo a um processo em que é assistente o tenente-coronel Manuel Geraldes, e outro, no dia seguinte, a 16 de Maio, em que é assistente o advogado Jorge Neto Valente.
Também já marcada, mas para 5 de Junho, está a primeira sessão do julgamento de um processo por crime de abuso de liberdade de imprensa, em que é assistente o director do “Jornal Tribuna de Macau”.
Sem data marcada, está ainda o julgamento de João Severino num outro processo por crime de abuso de liberdade de imprensa, em que é assistente o advogado Jorge Neto Valente.
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Entidades
11 Maio 2001 às 14:43
AAH...Aah...aah....UII...UIi...uui....HUM...HUm...hum....PRRR...PRRr...PRrr...uii...uiii.....trr....trrr...pooh....pooh...brrum...brrrum.....aah....aah!Advinhem?Resposta hoje à noite!
11 Maio 2001 às 14:29
O TROMBONE (25 de Abril do Século XXI) ( www.geocities.com/sssantiagooo )
()
A esse tal que se assina "procurador da Républica", vá mas é tratar da sua malfadada 3ª républica que é para isso que lhe pagamos. Em termos de lixeira intelectual veio ao sítio errado para exercer a sua arrogância triste.
1)O Estado está uma lixeira intelectual e moral que tem de ser limpa porque cheira mesmo muito mal
2) A justiça idem aspas
3) O Partido do Poder está uma lixeira intelectual, moral, politica e familiar, ainda por cima padreco-fascizóide que dá dó e metre nojo
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Além disso os tempos da censura explícita já acabaram sua pileca castrada pidosesca de 2ª classe. Agora a censura é mais subtil, e em vez de prisão, ameaça-se o jornalista com o despedimento e ostracismo do grande grupo de media que é dono de uma grande parte das publicações e canais.
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Vá perguntar ao Dr. Soares como ele fez para ter uma posição cativa nos media, através da PT. Uma coisa é certa, aprendeu bem a lição com o seu aliado Berlusconi!
11 Maio 2001 às 14:20
Opinião-
Leviandades Jornalísticas
Luanda, 11/05 - O "Jornal de Angola" dá a estampa na sua edição de hoje um artigo de opinião sob o título "Leviandades Jornalísticas", assinado por Rui Tristão, reagindo "à forma vergonhosa como a maior parte da imprensa portuguesa (e os órgãos locais que dela são um reflexo)" trataram os graves acontecimentos ocorridos no último fim-de-semana, em Caxito (Província do Bengo) sobre o ataque do grupo terrorista angolano. Eis a íntegra: "Na última edição desta coluna referímo-nos à forma vergonhosa como a maior parte da imprensa portuguesa (e os órgãos locais que dela são um reflexo) atenua e branqueia os crimes dos bandos armados de Jonas Savimbi, dando mais ênfase à suposta audácia e capacidade militar por eles demonstrada do que propriamente aos efeitos dos seus actos.
Acções que essa mesma imprensa não teria pejo em caracterizar como "massacre", "chacina" ou "terrorismo", se cometidos noutras paragens ou por outros autores, são transformados por um passe de mágica em grande e arriscados feitos guerreiros, reveladores de um poderio e de uma organização capaz de manter em respeito um bando de militares que combate "sem honra nem glória" (expressão recente do Folha 8 sobre o Exército nacional.)
O último ataque a Caxito, onde foram friamente assassinados cerca de duzentos civis e raptados cerca de seis dezenas de jovens órfãos, com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos, não fugiu a essa regra dourada de quem se empenha em deturpar a realidade a favor de inconfessados desígnios desestabilizadores.
Veja-se, por exemplo, a forma como o jornalista angolano Reginaldo Silva, correspondente de um diário português e colaborador do Folha 8 (onde assina indistintamente com os nomes de Telmo Augusto ou Wilson Dada), se referiu à mais recente acção banditesca dos homens de Jonas Savimbi em Caxito: "espectacular acção de guerrilha", "uma das mais bem sucedidas acções militares desde o recomeço da guerra, em Dezembro de 1988" e "o primeiro ataque desferido contra uma capital provincial praticamente às portas de Luanda" (Público, 8/5/01/). Só não faltou aplaudir porque esta linguagem, de certa forma, já constitui um aplauso...
Ficámos sem saber o que é que o jornalista laureado com o máximo galardão da classe em Angola, o Prémio Maboque de Jornalismo, consideraria então uma "acção militar" realmente conseguida & 8211; um ataque aos subúrbios de Luanda com milhares de mortos? O ataque à maternidade da capital com a eliminação das parturientes e o rapto de centenas de bebés?
Seria interessante que ele nos elucidasse num dos seus próximos textos, ele que até considera que os "destinos de Angola são bastante trágicos para a maioria dos angolanos, que muito dificilmente encontram motivos de orgulho no facto de terem nascido por estas desgraçadas bandas" (Folha 8, 5/5/01). Será que depois de uma tão "espectacular acção de guerrilha" já podemos começar a ter mais motivos para estar orgulhosos?
E como é que o mesmo jornalista intitula o seu artigo para o Público dois dias depois? Nem precisavam de ser bruxos para o descobrir - "Eduardo dos Santos rejeita cessar-fogo em Angola"! quer dizer : Jonas Savimbi responde ao apelo do Presidente da República para que este precise de que forma quer concluir o processo de paz com uma chacina e o rapto de crianças e o que é posto em destaque é que o Presidente não quer acabar com a guerra. Assim, desta forma grosseiramente subtil, se faz o jornalismo que se pretende isento, objectivo e independente.
Esperamos agora para ver como é que os nossos pacifistas militantes, espalhados por todo os órgãos de imprensa isento, objectivos e independentes, vão tratar tão delicada matéria que até levou a própria direcção dos bandos armados a descoser-se em desculpas e em promessas de um "inquérito rigoroso" para pretensamente apurar por que é que os seus homens no terreno se portaram tão mal, pois estes, segundo o autoproclamado chefe do Estado Maior General das FALA, Geraldo "Kamorteiro" Abreu, tinham apenas por objectivo "dispersar as populações concentradas pelo MPLA em lugares estratégicos, para fins eleitorais".
O que lhe vale é que ainda há jornalistas e jornais mais papistas do que o próprio Papa, que consideram mesmo assim que a operação foi uma "espectacular acção de guerrilha (.) praticamente às portas de Luanda" e "uma das mais bem sucedidas acções militares desde o recomeço da guerra, em Dezembro de 1988".
11 Maio 2001 às 13:03
Vamos combater o Racismo!!! ( joao.tilly@netvisao.pt )
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É uma pouca vergonha e uma descriminação racial o permitir que sejam só os negros a destruírem os hipermercados em Telheiras e no Colombo!
.
Os mulatos também têm direitos!!
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Vamos acabar com a descriminação étnica de permitir que só os ciganos é que possam vender droga à porta das Escolas!
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Os Timorenses e os Cabo Verdianos também têm direitos!
.
E porque é que só os filhos dos ministros têm acesso à cocaína pura, sem mixórdia, da Colombia?
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Os filhos dos banqueiros e dos Industriais também são gente!
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Há muita criança-Bem a colocar a própria vida em perigo por ter que consumir a droga marada da Espanha.
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Abaixo a xenofobia!
11 Maio 2001 às 12:04
PATRIOTA
Tenho uma amiga que é funcionária pública há quase três décadas. Aquando da sua admissão possuía como habilitações académicas o grau de becharel.
Há 30 anos que permanece na carreira administrativa e só ums vez foi promovida. É cumpridora, inteligente, eficiente, simpática, prestável e sobretudo sabe ser amiga, mesmo para as colegas , pois acima de tudo é uma pessoa educada e bem formada.
Licenciou-se o ano transacto. Fez 18 cadeiras com grande sucesso.
Mas, alguém, no Ministério da Economia embirra com ela. De facto, ela não é uma beleza, (desculpa-me se leres isto!) não é lambe botas, não tenta ultrapassar alguém, não tem nenhum amante influente...
Conheço algumas pessoas também funcionários públicos, que foram reclassificados pelo simples facto de concluirem o ensino superior. A ela respondem-lhe que pelo facto de não estar a desempenhar funções técnicas ( mas já as fez e durante alguns anos) não pode ser reclassificada.
Algures, no dito Ministério da Economia abriram concurso para a categoria de Assistente Administrativo Especialista. Ela concorreu. Não ficou uma vez mais no lugar que lhe pertencia. Deveria ter sido aprovada.
E sabem porque não foi?. Pelo livre arbitrio a que são votados os avisos de abertura de concurso. A senhora em questão nunca foi convidada a efectuar formação profissional. Daí não pontuar nessa matéria. Também em termos de classificação de serviço o aviso diz que são relevantes os anos de serviço no âmbito da dita carreira e categoria, mas não refere como habitualmente serem relevantes as classificações dos últimos três anos, o que ela tinha no seu processo individual sempre com a classificação de Muito Bom. Acontece que tiveram em consideração apenas os anos de 1998 e 1999, quando no processo como já referi ela tinha sido classificada no ano 2000 com Muito Bom. Como a classificação de 1997 não se encontrava no processo, consideraram apenas dois anos!!!.
Ou seja, continuo a dizer que os concursos na função pública são uma vergonha. Já, quem de direito, pensou em mudar este tipo de situações completamente aberrantes. Os dirigentes auto-propõem-se a formação profissional. Convidam os funcionários da sua cor política e ou com quem simpatizam para fazer todos os cursos de formação possíveis e imaginários, mesmo que esses cursos depois não venham a ser aplicados. Eu pergunto: quem tem de facto habilitações feita`s por sua conta e risco o Estado não os aproveita. Os dirigentes e os chefes dizem muitas vezes para justicar a sua imcopetência que não têm pessoal à altura... por isso se gasta milhares de contos com formação profissional. Mas o certo é que ninguém tenha a ousadia na Administração Pública de mostrar que é capaz, porque se o fizer arrica-se a ser colocado na prateleira sem que lhe seja dado qualquer tipo de trabalho.
Senhores responsáveis: a Administração Pública está às moscas. As tarefas estão mal distribuidas. Os recursos humanos estão mal aproveitados. É altura de pôr cobro a isto e de se fazer justiça.
Tenho dito muitas vezes à minha amiga para apresentar queiza às entidades competentes. Se fôr preciso vá para o Tribunal europeu e peça até a respectiva indeminização por todos os danos causados.
O concurso em causa ainda está em vigor e segundo dizem as alminhas que por lá trabalham os chefes de repartição são da pior espécie.
11 Maio 2001 às 11:27
PATRIOTA
Ah!Ah!Ah!... duas décadas...desculpem!
Claro, queria dizer dois séculos e ainda bem que é assim. Creio que não gostaria nada de ter vivido nessa época!
11 Maio 2001 às 11:27
PATRIOTA
Ah!Ah!Ah!... duas décadas...desculpem!
Claro, queria dizer dois séculos e ainda bem que assim. Creio que não gostaria nada de ter vivido nessa época!
11 Maio 2001 às 10:50
Para o filho do João Severino.
Leste com atenção o que ficou expresso por um dos comentadores sobre a condenação do teu papá?
Porta-te bem! O teu papá enfim... não há muito para dizer. Talvez que a mudança de ares não lhe tenha feito muito bem... quem sabe!?... mas o filhote tem obrigação de fazer melhor, não é? E não ponhas a mamã em constantes sobressaltos...
11 Maio 2001 às 10:38
PATRIOTA
Não sou racista fiquem descansados. Pelo contrário, trato toda a gente com respeito independemente de serem ou não portugueses. E, tenho perfeitamente a noção de que milhares de portugueses que não há muitos anos emigraram, eram geralmente grandes profissionais, mas não deixavam de ser tratados sem qualquer previlégio. Foi preciso lutar muito para que adquirissem alguns direitos.
Falo dos que emigraram para a Suiça, França e tantos outros países.
Os brasileiros (brancos) que falam tão mal dos portugueses no que respeita a questões ligadas aos descobrimentos tambem não vejo que tenham tantas razões para contestar uma vez que ainda por lá se mantêm... Quem tem razão são os Indios e parece-me que afinal os branquinhos dos brasileiros ao fim de duas décadas já passadas desde o famoso grito do Ipiranga continuam a não tratar os Indios com o respeito que efectivamente merecem.Em suma, não se vislumbra grandes alterações nessa matéria.
O que me irrita é estarem constantemente a dizer mal dos portugueses. É evidente que nem tudo está bem. Mas está seguramente melhor do que há cinco décadas.
Mas quem são os responsáveis por esta situação? Somos todos nós. Possivelmente gostamos de viver como vivemos. E o que é certo é que vemos milhares se estrangeiros a querer ficar permanentemente a viver em Portugal. Ninguém lhes pode recusar esse direito. Alías a celebre frase " não sou nem ateniense nem grego só apenas um cidadão do mundo" é cada vez mais uma realidade.
A questão é outra: ou esses estrangeiros têm condições que lhes permitam viver em Portugal e se assim acontecer têm que cumprir regras como todos nós. E se não cumprem que seja devolvidos aos seus países.Era exactamente o que acontecia aos emigrantes portugueses quando não cumpriam.
Tanto eu como os meus filhos estamos fartos de ser assaltados.
Também essa história de estar sempre a defender o que é espanhol... chega! Deixem-nos em paz! coitados! Eles têm problemas gravissimos que todos infelizmente conhecemos e que urge ultrapassar Ao fim e ao cabo Portugal com tudo o que possa ter de negativo é um grande País. Não é por acaso que intelectuais do Brasil, Espanha, Inglaterre, Holanda, Alemanha, e de outros Países, elegem Portugal para viver. Vejam lá para os nosssos Montes Alentejanos, Algarve, Sintra, se o que digo não é verdade.
Agora também vos digo: nem sempre os comentários que os senhores pensam ser feitos por homens o são na realidade. OK?
11 Maio 2001 às 9:28
Um presente para o filho do João Severino. Siga o exemplo do teu pai e veja o que te aconteceras...
Severino condenado pela 5ª vez
O director do “Macau Hoje”, João Severino foi ontem condenado no Tribunal Judicial de Base de Macau por “crime de abuso de imprensa” num processo que lhe foi movido pelo tenente-coronel, Manuel Geraldes, ascendendo agora a cinco o número de condenações, duas das quais já transitadas em julgado
A sentença ontem lida pelo Tribunal, relativa a um texto publicado no “Macau Hoje”, considera que, quanto à primeira parte, não foi julgada ofensiva, apesar de ser exageradamente crítica. Já quanto à segunda parte do texto, o Tribunal deu como provado que ela era profundamente ofensiva para honra e consideração do assistente.
Não tendo sido dados como provados “danos patrimoniais” ao tenente-coronel Manuel Geraldes, e não tendo sido aplicada pena de prisão, nem penas assessórias, o arguido João Severino foi condenado a 130 dias de multa, a 100 patacas por dia, e a pagar uma indemnização ao tenente-coronel Manuel Geraldes, no valor de 12 mil patacas.
Esta sentença é a quinta condenação do director do “Macau Hoje” pelos tribunais locais: quatro por “crime de abuso de liberdade de imprensa” e uma por crime de desobediência qualificada. Em dois casos, as sentenças já transitaram em julgado e noutros dois a condenação em primeira instância foi objecto de recurso para a segunda instância. Quanto à sentença de ontem, só nos próximos dias se saberá se vai haver ou não recurso e por parte de quem.
O director do “Macau Hoje” tem, entretanto, já marcados novos julgamentos por “crimes de abuso de liberdade de imprensa”, um a 15 de Maio, relativo a um processo em que é assistente o tenente-coronel Manuel Geraldes, e outro, no dia seguinte, a 16 de Maio, em que é assistente o advogado Jorge Neto Valente.
Também já marcada, mas para 5 de Junho, está a primeira sessão do julgamento de um processo por crime de abuso de liberdade de imprensa, em que é assistente o director do “Jornal Tribuna de Macau”.
Sem data marcada, está ainda o julgamento de João Severino num outro processo por crime de abuso de liberdade de imprensa, em que é assistente o advogado Jorge Neto Valente.