Pérolas linguísticas

15-02-2001
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Pérolas Linguísticas

Por MANUEL DE BARROS, Porto

Sábado, 10 de Fevereiro de 2001

"Como, onde e quando falhámos? Que exemplos, valores e princípios (não) soubemos transmitir aos nossos jovens?" destacava o "Expresso" de sábado passado num artigo da Dra. Edite Estrela. A leitura desta frase sugeriu-me a solução para um problema que me preocupava desde o dia 31 de Janeiro, em que no noticiário das 20h00 na TSF ouvi estas duas pérolas linguísticas:

A primeira - "a perca" - ouvi, por duas vezes, não sei a quem, uma vez que já estava a falar quando liguei o rádio, mas penso que era um ministro; a segunda - "possam haver" - foi dita pelo ministro Capoulas Santos.

Confesso que fiquei tão assarapantado que parei o carro e registei as expressões num bocado de papel! Talvez a Dra Edite Estrela possa orientar sessões de Língua Portuguesa para ministros, e outros altos funcionários, para evitar figuras tristes como estas. Cá por mim, ainda sou dos que acreditam que o exemplo é uma das formas de educação mais eficazes, daí a sugestão.

Manuel de Barros, Porto

Pérolas Linguísticas

Por MANUEL DE BARROS, Porto

Sábado, 10 de Fevereiro de 2001

"Como, onde e quando falhámos? Que exemplos, valores e princípios (não) soubemos transmitir aos nossos jovens?" destacava o "Expresso" de sábado passado num artigo da Dra. Edite Estrela. A leitura desta frase sugeriu-me a solução para um problema que me preocupava desde o dia 31 de Janeiro, em que no noticiário das 20h00 na TSF ouvi estas duas pérolas linguísticas:

A primeira - "a perca" - ouvi, por duas vezes, não sei a quem, uma vez que já estava a falar quando liguei o rádio, mas penso que era um ministro; a segunda - "possam haver" - foi dita pelo ministro Capoulas Santos.

Confesso que fiquei tão assarapantado que parei o carro e registei as expressões num bocado de papel! Talvez a Dra Edite Estrela possa orientar sessões de Língua Portuguesa para ministros, e outros altos funcionários, para evitar figuras tristes como estas. Cá por mim, ainda sou dos que acreditam que o exemplo é uma das formas de educação mais eficazes, daí a sugestão.

Manuel de Barros, Porto

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