Campelo não pode ir ao congresso

06-01-2002
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Campelo Não Pode Ir ao Congresso

Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2001

Daniel Campelo, o autarca de Ponte Lima que viabilizou dois orçamentos socialistas, ainda não poderá ir ao próximo congresso do CDS-PP nem concorrer às legislativas, pois ainda estará suspenso de militante do partido. A suspensão de Campelo foi decidida pelo conselho de jurisdição do CDS-PP, depois de o autarca ter viabilizado o Orçamento do Estado para 2001 em troca de obras no seu distrito, Viana do Castelo.

A punição foi decretada em Maio passado, com efeito até ao fim da legislatura, o que até suscitou uma queixa de Campelo ao Tribunal Constitucional, alegando que se tratava de uma pena de duração indefinida, pois a legislatura tanto podia acabar em 2003, que seria o seu termo normal, como a qualquer momento. Afinal, foi já agora.

Contudo, a suspensão ao autarca só será levantada quando começar a próxima legislatura, ou seja, depois das eleições. Esse é o entendimento formal e será esse o adoptado pelo conselho de jurisdição do CDS, apesar de, politicamente, a legislatura acabar com a dissolução da Assembleia da República.

Campelo foi íntimo de Manuel Monteiro, que foi seu padrinho de casamento, mas depois esteve ao lado de Paulo Portas e foi mesmo um dos seus trunfos nas legislativas de 1999. Agora, seja com um ou com outro, não poderá nem ir ao congresso nem integrar as listas de candidatos às próximas legislativas.

E.L.

Campelo Não Pode Ir ao Congresso

Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2001

Daniel Campelo, o autarca de Ponte Lima que viabilizou dois orçamentos socialistas, ainda não poderá ir ao próximo congresso do CDS-PP nem concorrer às legislativas, pois ainda estará suspenso de militante do partido. A suspensão de Campelo foi decidida pelo conselho de jurisdição do CDS-PP, depois de o autarca ter viabilizado o Orçamento do Estado para 2001 em troca de obras no seu distrito, Viana do Castelo.

A punição foi decretada em Maio passado, com efeito até ao fim da legislatura, o que até suscitou uma queixa de Campelo ao Tribunal Constitucional, alegando que se tratava de uma pena de duração indefinida, pois a legislatura tanto podia acabar em 2003, que seria o seu termo normal, como a qualquer momento. Afinal, foi já agora.

Contudo, a suspensão ao autarca só será levantada quando começar a próxima legislatura, ou seja, depois das eleições. Esse é o entendimento formal e será esse o adoptado pelo conselho de jurisdição do CDS, apesar de, politicamente, a legislatura acabar com a dissolução da Assembleia da República.

Campelo foi íntimo de Manuel Monteiro, que foi seu padrinho de casamento, mas depois esteve ao lado de Paulo Portas e foi mesmo um dos seus trunfos nas legislativas de 1999. Agora, seja com um ou com outro, não poderá nem ir ao congresso nem integrar as listas de candidatos às próximas legislativas.

E.L.

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