O projecto que a Porto 2001 encomendou ao arquitecto Virgínio Moutinho procurará evidenciar a inserção dos dois caminhos históricos que confluem para a praça. Recorde-se que, ainda há poucas décadas, este espaço era a sala de entrada da zona oeste alta da cidade. A praça não era mais do que a bifurcação das antigas estradas de acesso a Viana e a Braga. Pela Rua de Cedofeita e Rua das Oliveiras/Mártires da Liberdade, respectivamente.
Os acessos ao exterior da cidade são agora outros, mas o desenho voltará a ser recuperado para reordenar toda a área envolvente, aproximando esta zona do resto da Baixa. Através do pavimento, das árvores e decoração do espaço público, a intervenção na Carlos Alberto terá continuidade nos largos Montpellier e Moinho de Vento e nas praças de Guilherme Gomes Fernandes e Filipa de Lencastre (e Rua de Ceuta).
Neste momento, a praça não é mais do que uma cratera. Está em construção um parque com capacidade para 300 lugares, que ficará interligado com os parques das praças dos Leões e de Lisboa. À superfície, todo o espaço ficará diferente. O início da praça será constituído por uma alameda de árvores, passeios largos e duas vias para o trânsito automóvel, cada rua com um sentido. No local da bifurcação das duas vias ficará o Monumento aos Mortos da Grande Guerra que, assim, desce para sul, libertando o restante espaço para o lazer.
O coração da praça deixará de estar sobreelevado, de forma a dar maior visibilidade ao Palacete do Visconde de Setúbal. O palacete albergará uma unidade museológica que explicará ao visitante as transformação físicas operadas na cidade ao longo dos tempos. Será a "Casa Cidade e Arquitectura" que "fará equipa" com o pequeno solar urbano situado no Largo Moinho de Vento (Centro de Dia) e com a Casa Nosferatu (Ludoteca).
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O projecto que a Porto 2001 encomendou ao arquitecto Virgínio Moutinho procurará evidenciar a inserção dos dois caminhos históricos que confluem para a praça. Recorde-se que, ainda há poucas décadas, este espaço era a sala de entrada da zona oeste alta da cidade. A praça não era mais do que a bifurcação das antigas estradas de acesso a Viana e a Braga. Pela Rua de Cedofeita e Rua das Oliveiras/Mártires da Liberdade, respectivamente.
Os acessos ao exterior da cidade são agora outros, mas o desenho voltará a ser recuperado para reordenar toda a área envolvente, aproximando esta zona do resto da Baixa. Através do pavimento, das árvores e decoração do espaço público, a intervenção na Carlos Alberto terá continuidade nos largos Montpellier e Moinho de Vento e nas praças de Guilherme Gomes Fernandes e Filipa de Lencastre (e Rua de Ceuta).
Neste momento, a praça não é mais do que uma cratera. Está em construção um parque com capacidade para 300 lugares, que ficará interligado com os parques das praças dos Leões e de Lisboa. À superfície, todo o espaço ficará diferente. O início da praça será constituído por uma alameda de árvores, passeios largos e duas vias para o trânsito automóvel, cada rua com um sentido. No local da bifurcação das duas vias ficará o Monumento aos Mortos da Grande Guerra que, assim, desce para sul, libertando o restante espaço para o lazer.
O coração da praça deixará de estar sobreelevado, de forma a dar maior visibilidade ao Palacete do Visconde de Setúbal. O palacete albergará uma unidade museológica que explicará ao visitante as transformação físicas operadas na cidade ao longo dos tempos. Será a "Casa Cidade e Arquitectura" que "fará equipa" com o pequeno solar urbano situado no Largo Moinho de Vento (Centro de Dia) e com a Casa Nosferatu (Ludoteca).