Vítor Rainho
Tem 33 anos e é governadora civil, um cargo, habitualmente, desempenhado por homens de barba rija. Para quem não se lembre de nenhum, recordemos Gilberto Madaíl, esse ícone do progresso, da moralização e da modernidade e que hoje chefia a Federação Portuguesa de Futebol. Antes tinha sido governador civil de Aveiro. A nomeação de Teresa Caeiro para Lisboa é uma lufada de ar fresco.
Parece que é viciada em trabalho e não deixa de dizer de sua justiça em sedes de armas. Mas é preciso gostar muito de política para aceitar um cargo que está em vias de extinção. Como diz um assessor do ministro da Administração Interna - que a escolheu para o lugar: «Não é qualquer pessoa em início de carreira que aceita e se dedica a um cargo que, segundo o programa de Governo, está em vias de extinção. Só por uma grande dose de lealdade e profissionalismo». É possível, mas é preciso gostar mesmo muito de política («A menina governadora»).
Quem gosta do que faz e teve a sorte de estar no sítio certo à hora certa são os sete manequins portugueses que fizeram as campanhas mundiais de marcas tão famosas como a Martini, a Gucci ou a Versace.
Em todos os países onde essas «griffes» têm negócios, são as caras portuguesas que lhes dão rosto. Alguns deles terão que optar entre os estudos e a profissão se quiserem ter futuro na moda internacional. Um ano afastados e já passaram à história. É o lado efémero da vida de manequim («A vez dos portugueses»). Quem conhece bem as «passerelles» é Twiggy, um dos grandes ícones do meio, na década de 60. Ela deu início à moda das anorécticas. Esta semana voltou a desfilar e apresentou-se com um novo discurso para as raparigas que agora brilham na profissão: «Não é preciso ser perfeita para ser bonita. A beleza vem do interior e brilha através dos nossos olhos» («Miss Twiggy»). Os viciados nos holofotes não acreditam. Pensam que a beleza física e o sucesso não são efémeros.
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Vítor Rainho
Tem 33 anos e é governadora civil, um cargo, habitualmente, desempenhado por homens de barba rija. Para quem não se lembre de nenhum, recordemos Gilberto Madaíl, esse ícone do progresso, da moralização e da modernidade e que hoje chefia a Federação Portuguesa de Futebol. Antes tinha sido governador civil de Aveiro. A nomeação de Teresa Caeiro para Lisboa é uma lufada de ar fresco.
Parece que é viciada em trabalho e não deixa de dizer de sua justiça em sedes de armas. Mas é preciso gostar muito de política para aceitar um cargo que está em vias de extinção. Como diz um assessor do ministro da Administração Interna - que a escolheu para o lugar: «Não é qualquer pessoa em início de carreira que aceita e se dedica a um cargo que, segundo o programa de Governo, está em vias de extinção. Só por uma grande dose de lealdade e profissionalismo». É possível, mas é preciso gostar mesmo muito de política («A menina governadora»).
Quem gosta do que faz e teve a sorte de estar no sítio certo à hora certa são os sete manequins portugueses que fizeram as campanhas mundiais de marcas tão famosas como a Martini, a Gucci ou a Versace.
Em todos os países onde essas «griffes» têm negócios, são as caras portuguesas que lhes dão rosto. Alguns deles terão que optar entre os estudos e a profissão se quiserem ter futuro na moda internacional. Um ano afastados e já passaram à história. É o lado efémero da vida de manequim («A vez dos portugueses»). Quem conhece bem as «passerelles» é Twiggy, um dos grandes ícones do meio, na década de 60. Ela deu início à moda das anorécticas. Esta semana voltou a desfilar e apresentou-se com um novo discurso para as raparigas que agora brilham na profissão: «Não é preciso ser perfeita para ser bonita. A beleza vem do interior e brilha através dos nossos olhos» («Miss Twiggy»). Os viciados nos holofotes não acreditam. Pensam que a beleza física e o sucesso não são efémeros.